Defesa Civil monitora área atingida por deslizamento de terra em S. José

No sábado (5), quatro pessoas morreram e uma ficou ferida na zona norte Prefeitura informa que outras quatro casas estão em áreas de risco

Escrito por: Do Meon2 min de leitura
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A Defesa Civil está monitorando a área atingida por um deslizamento de terra que aconteceu na noite deste sábado (5) e deixou quatro mortos e uma pessoa ferida no bairro dos Freitas, região norte de São José dos Campos.

As primeiras análises da Defesa Civil apontam que a pancada de chuva, aliada ao volume de precipitações ocorridas durante a última semana, provocou uma saturação no barranco, levando ao deslizamento.

Neste sábado (5), quatro vítimas (uma criança de seis anos, dois adolescentes de 15 e 13 e uma mulher de 32) foram registradas no acidente no bairro dos Freitas. Uma jovem de 19 anos está internada no Hospital Municipal e não corre risco de morte. Segundo o relato dos moradores vizinhos da casa, o local foi atingido por uma pancada de chuva no sábado, por volta das 15h. O pluviômetro mais próximo, instalado em outra área do bairro, anotou um volume de 1,8 milímetros no sábado.

Ainda segundo a Defesa Civil, o local onde o acidente ocorreu é uma área de risco e a construção não era regularizada. O barranco que deslizou havia sido cortado para edificação do imóvel, que ficava a menos de dois metros de distância da encosta.

O imóvel, uma casa geminada, foi demolido neste domingo para evitar novos acidentes. Segundo relato de vizinhos, os moradores atingidos pelo deslizamento haviam se mudado há cerca de uma semana para o local.

Em nota, a Prefeitura de São José dos Campos lamentou o ocorrido e informou que está prestando auxílio aos parentes das vítimas.

Ainda na nota, a prefeitura informou que a rua onde ocorreu o acidente conta com pelo menos outras quatro casas em situação semelhante a que foi atingida pelo deslizamento, mas que os moradores se negam a deixar o local.

“A prefeitura permanece em contato com as famílias para oferecer alternativas como o aluguel social e adesão ao programa habitacional, que reserva parte das unidades para moradores de áreas de risco”, diz outro trecho.

De acordo com a administração municipal, desde 2013 a prefeitura já removeu cerca de 260 famílias que moravam em áreas de risco na cidade.

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