Dia do Médico: “Trabalhar com o coração é fascinante”, diz especialista de São José que atua no InCor
Em 18 de outubro é comemorado o Dia Nacional do Médico. Em São José, a cardiologista Fabiana Marcondes é um exemplo de paixão pela profissão e de responsabilidade com um trabalho que transita diariamente entre a vida e a morte, principalmente quando o assunto é coração.


Em 2013, Fabiana ganhou o “Prêmio Tese Destaque USP” na área Ciências da Saúde
Divulgação/USP
Em 18 de outubro é comemorado o Dia Nacional do Médico. Em São José, a cardiologista Fabiana Marcondes é um exemplo de paixão pela profissão e de responsabilidade com um trabalho que transita diariamente entre a vida e a morte, principalmente quando o assunto é coração.
“Trabalhar com o coração é fascinante, no entanto envolve extrema responsabilidade”, conta a cardiologista formada pela Unicamp (Universidade de Campinas) em 2001, com residência em clínica médica também na Unicamp e em cardiologia no InCor (Instituto do Coração), do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).
Segundo a profissional, a escolha pela cardiologia surgiu durante a residência de clínica médica. “Tive a oportunidade de avaliar pacientes com diferentes tipos de doença e descobri maior afinidade por doenças do coração”, conta Fabiana, que é doutora em ciências pela USP e médica-assistente do Núcleo de Transplante Cardíaco do InCor.
Para Fabiana, a relação entre médico e paciente é de extrema importância. “Ela deve ser, acima de tudo, uma relação de confiança. De fato, quando acompanhamos um paciente por longo período, pode surgir um certo grau de amizade e vejo isto como algo positivo”, diz.
Os casos de transplante são especiais para Fabiana. “Cada caso é único e nos marca de forma distinta. No entanto, cuidar de pacientes que estão em fila de transplante é algo especial. Os pacientes ficam muito sensibilizados e dependem muito de nossos cuidados nesta fase, assim como após a realização do transplante. A gratidão pelo trabalho cresce de forma visível e isso nos traz grande satisfação”, conta.
“Ser médica, para mim, é emocionante. Esta é uma profissão difícil, que envolve muita responsabilidade, mas ao mesmo tempo proporciona momentos especiais. Ver a gratidão de um paciente por um diagnóstico acertado ou pelo tratamento adequado não tem preço”, conclui Fabiana.
Atualmente, a cardiologista atende em São José dos Campos, onde mantêm consultório, e também atua no InCor de São Paulo, como assistente do Núcleo de Transplante Cardíaco, onde está envolvida com atividades assistenciais, de ensino e pesquisa.
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