Diretor de Segurança de Taubaté é preso embriagado ao causar acidente com carro oficial fora do expediente

Testemunhas afirmam que dirigente dirigia sobre efeito de álcool e drogas

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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Funcionário foi afastado para o caso ser investigado

Arquivo/Meon

O Diretor de Segurança e Defesa do Cidadão de Taubaté, Rildo Antônio Paiva Antunes, se envolveu em um acidente de trânsito dirigindo um veículo oficial, fora do horário de expediente, na última sexta-feira (22).  Testemunhas o acusam de embriaguez no momento da colisão e porte de drogas.

De acordo com testemunhas, o dirigente teria saído de um bar e ido em direção a secretaria para devolver o veículo, quando se envolveu em uma colisão. Antunes estaria com sinais de embriaguez e teria fugido do local do acidente, sendo encontrado e detido momentos depois por uma equipe da Polícia Militar.

A Prefeitura de Taubaté alega que Rildo é servidor público há 27 anos, mas que ocupava um cargo de confiança desde janeiro de 2017, e que matinha o direito de utilizar o carro fora do expediente para atender ocorrências relacionadas ao cargo.

“Levando-se em consideração a sua função de Diretor de Segurança e Defesa do Cidadão, o mesmo tinha livre acesso ao veículo oficial para possíveis atendimentos emergenciais a população em situação de risco, em virtude dos alertas de temporais no município”, declarou a administração.

Entretanto, o cargo de diretor permanece vago, pois Antunes será exonerado e afastado por 30 dias da função pública, até a conclusão de uma apuração interna da prefeitura e de possíveis decisões judiciais e criminais.

“O servidor será afastado temporariamente de suas funções perante a Secretaria de Segurança, até que seja apurado, via processo administrativo de sindicância, possível responsabilidade funcional. Salientamos que tanto a Secretaria de Segurança Pública Municipal quanto a Prefeitura Municipal de Taubaté rechaça comportamentos adotados por seus servidores que infrinjam as Leis em todas suas esferas. Sendo assim, diante do ocorrido, fica o servidor a disposição da justiça para responder judicialmente pelos seus atos”, afirma.

Servidor

O funcionário foi procurado pelo Meon, mas nem ele ou seu advogado não foram encontrados até a publicação desta reportagem.

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