Embraer pode participar da investigação do avião que caiu na Rússia
Brasil tem o direito de nomear representantes para o caso

A Embraer tem o direito de nomear representantes para participar da investigação sobre as causas do avião que caiu na Rússia na quarta-feira (23), já que foi projetado e produzido no Brasil.
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Isso é determinado pelas normas da Organização da Aviação Civil Internacional. Porém, a participação, não é obrigatória pelas normas da entidade.
No entanto, o país precisa fornecer todos os documentos que são relacionados à aeronave para os investigadores estrangeiros que considerem relevantes esclarecer os acontecimentos.
Até o momento, a Embraer não se pronunciou sobre como irá participar da investigação.
Na quarta-feira (23), o jato executivo se envolveu em um acidente na região de Tver, no norte de Moscou. Todos os 10 ocupantes morreram na hora. Entre as vitimas, estava o líder do Grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin.
O avião era um Legacy 600, número RA-02795, estava registrado na Autolex Transport, empresa que o governo dos Estados Unidos vinculou a Yevgeny Prigozhin.
A aeronave fez várias viagens nos últimos meses, sempre com saída ou chegada em Moscou e São Petersburgo, apontam dados.
Através das mídias Russias,o avião foi colocado em locais na Bielorrússia, onde especula-se que o grupo Wagner esteja sediado atualmente.
De acordo com o site PlaneSpotters, que junta informações sobre aeronaves, aponta que o avião de Prigozhim foi fabricado há 16 anos em São José dos Campos, interior do Estado de São Paulo, onde fica a sede da Embraer.
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