Enfermagem: uma profissão de dedicação e amor ao próximo

Vocação em cuidar de pessoas, busca pela excelência profissional e disposição para encarar turnos madrugada a dentro. Essas são algumas das qualidades requeridas para se tornar um bom enfermeiro, profissão cuja data comemora-se nessa segunda-feira (12).

Escrito por: Do Meon2 min de leitura
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Vocação em cuidar de pessoas, busca pela excelência profissional e disposição para encarar turnos madrugada a dentro. Essas são algumas das qualidades requeridas para se tornar um bom enfermeiro, profissão cuja data comemora-se nessa segunda-feira (12).

Atualmente são muitas as áreas nas quais os enfermeiros podem atuar. Além dos hospitais e unidades de saúde, empresas, centros comerciais e quaisquer lugares com grande circulação de pessoas exigem a presença de um profissional da área.

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Diogo Amazonas Almeida dedica sua vida aos pacientes há 13 anos

Priscila Gomes/Meon

Outro campo de trabalho bastante promissor é a assistência pessoal dentro de casa a pacientes que precisam de cuidados especiais. Esta é a especialidade do enfermeiro Diogo Amazonas Almeida, de São José dos Campos.

Com 31 anos de idade, o profissional atua na área desde os 18, quando formou-se técnico em enfermagem. Atualmente enfermeiro graduado, Almeida afirma que vive uma relação de amor com a profissão que escolheu.

“Nunca cogitei outra coisa para a minha vida. Comecei a trabalhar justamente com esse intuito de cuidar de pessoas e até hoje é a parte preferida do meu trabalho. Acho a enfermagem uma profissão muito bonita, justamente porque exige sempre colocar o fator humanístico na frente de qualquer coisa”, explica.

A disposição para trabalhar em horários adversos e finais de semana fazem com que a profissão exija dedicação total. Almeida salienta que isso significa evitar o meio-termo.

“Não tem jeito. Na enfermagem ou você se dedica ou você não faz. Não pode estar ‘mais ou menos’. Os problemas pessoais devem ficar em casa e, na hora de ingressar no trabalho, o profissional precisa doar-se 100% para a recuperação do paciente”.

O enfermeiro afirma que, apesar das dificuldades, a gratificação de participar efetivamente de todas as etapas da recuperação de um paciente justifica todos os percalços.

“Só estando lá mesmo para saber como é bom. Os enfermeiros têm uma relação de muita afetuosidade com os pacientes. No meu caso, por exemplo, que faço atendimento individual, o relacionamento fica muito bacana. A gente acaba se emocionando com cada passo da recuperação”, diz.

Atualização profissional
Apesar do fator humano ser o mais importante para exercer bem a profissão, a técnica também é fundamental.

“A atualização nessa área significa muito. A responsabilidade é muito grande e os profissionais precisam estar constantemente estudando”, comenta.

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