Ensaio fotográfico: homens-aranha desafiam o perigo nas alturas

A aventura faz parte do dia a dia desses homens-aranha da construção civil em São José dos Campos. Amarrados em cordas e suportados em uma cadeira própria para a atividade, escalam arranha-céus pelo lado de fora. Ver a ousadia destes trabalhadores nos prédios causa até vertigem em quem observa do chão.

Escrito por: Elaine Rodrigues e Flávio Pereira2 min de leitura
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A aventura faz parte do dia a dia desses homens-aranha da construção civil em São José dos Campos. Amarrados em cordas e suportados em uma cadeira própria para a atividade, escalam arranha-céus pelo lado de fora. Ver a ousadia destes trabalhadores nos prédios causa até vertigem em quem observa do chão.

Em princípio, a limpeza e acabamento de edifícios feitos com o uso de uma cadeirinha de rapel, como é chamada a atividade, nada mais é que usar a técnica de rapel com algumas alterações nos equipamentos para agilizar o trabalho do lado de fora dos prédios.

“Deu um medo quando fui a primeira vez. Era um edifício de 27 andares, mas gostei. Aprendi vendo os demais, mas são as mesmas práticas do rapel, com a diferença que a gente só desce”, conta Emerson Araujo da Silva, 20 anos, que é cordeiro -nome usado pelos funcionários que fazem a manutenção dos prédios usando o rapel.

“É arriscado sim, mas é a forma mais rápida de fazer o acabamento dos prédios e fazendo direitinho, o resultado é um dos melhores”, diz Silva.

O Meon acompanhou alguns destes cordeiros e traz neste ensaio, realizado pelo repórter fotográfico Flávio Pereira, um pouco do corajoso trabalho destes homens-aranha da construção.

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