Funcionários da Petybon de S. José recusam proposta e continuam greve

Os 700 funcionários da Petybon recusaram a proposta de PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e pagamentos oferecidos pela empresa e continuam a greve em São José dos Campos. Agora, o caso vai ser julgado pelo TRT (Tribunal Regional do trabalho), de Campinas, nesta quarta-feira (23), às 14h.

Escrito por: Rodrigo Ribeiro2 min de leitura
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Funcionários da Petybon de São José recusam proposta e continuam em greve

Divulgação/Sindicato da Alimentação

Os 700 funcionários da Petybon recusaram a proposta de PLR (Participação nos Lucros e Resultados) e pagamentos oferecidos pela empresa e continuam a greve em São José dos Campos. Agora, o caso vai ser julgado pelo TRT (Tribunal Regional do trabalho), de Campinas, nesta quarta-feira (23), às 14h.

“Estamos em greve até quinta-feira (24), quando vamos realizar uma assembleia para apresentar aos trabalhadores da empresa o que foi decidido no TRT”, afirma o diretor do sindicato de Alimentação de São José dos Campos, Júlio Ramalho.

A proposta apresentada nesta segunda-feira (21) pela empresa foi de uma PLR de R$ 2.600 com pagamento até sexta-feira (25), pagamento da metade dos dias que os trabalhadores estão parados -o restante fica com o empregado- e mudança do convênio médico, do atual Bradesco, para Unimed.

“Não conhecemos o convênio oferecido, então não podemos criticar. Mas não aceitamos a PLR oferecida, os trabalhadores querem R$ 2.900 de PLR e não acham justo pagar essa metade dos dias que não trabalharam”, explica Júlio Ramalho.

Greve
Os trabalhadores iniciaram uma greve por melhorias na PLR e no plano de saúde em 31 de junho e retornaram no dia seguinte, após a empresa se comprometer a apresentar uma proposta. Insatisfeitos com os R$ 2.600 oferecidos de PLR, aderiram a outra paralisação no dia 17 deste mês e desde então, estão de braços cruzados.

“Entramos em um acordo de que a PLR seria paga até o dia 15 deste mês de julho, mas a empresa não cumpriu o combinado, então resolvemos paralisar novamente”, afirma Júlio Ramalho, diretor do Sindicato da Alimentação.

“Com relação ao plano de saúde houve alteração no convênio médico dos trabalhadores da produção, diminuindo a rede de médicos credenciados e gerando insatisfação”, explica Júlio Ramalho, diretor do Sindicato da Alimentação.

O Meon entrou em contato com a empresa que até o fechamento da matéria não retornou as ligações.

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