Governo de São Paulo proíbe o uso de redes sociais e streaming em escolas estaduais
Medida vai contra o currículo e método de ensino adotado em escolas particulares, gerando controle

O governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos) emitiu um comunicado proibindo o uso de redes sociais e streaming nas escolas estaduais de São Paulo.
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A medida, que entrou em vigor em 13 de fevereiro, suspende o acesso por wifi ou internet conectado para aplicativos como Instagram, TikTok e Twitter, além de plataformas de streaming como a Netflix, HBO Max e Globoplay. Isso ocorre em um momento em que várias disciplinas móveis na série curricular da rede estadual prevêem o uso de dispositivos em sala de aula.
O objetivo da restrição é melhorar a usabilidade e monitorar a internet fornecida nas escolas, garantindo um ambiente adequado para o aprendizado e evitando usos inapropriados e excessivos de redes que podem ajudar a qualidade da conexão e interferir no andamento das atividades pedagógicas.
No entanto, essa decisão contradiz o currículo paulista, que prevê a discussão e atividades com o uso de redes sociais que fazem parte do cotidiano dos alunos. Além disso, diferentes métodos de ensino em escolas particulares, onde as redes sociais são usadas como parte das atividades pedagógicas para atrair e aproximar os alunos.
Vale lembrar que o uso de celulares nas salas de aula foi permitido em 2017, com o objetivo de estimular os alunos a usarem o aparelho e as redes sociais para fins pedagógicos, já que o ensino tradicional estava sendo questionado.
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