Guardas de São José dos Campos fazem curso para combate às drogas

Primeira aula do curso foi realizada na Câmara Municipal Divulgação Na manhã desta segunda-feira (10), aconteceu a primeira aula do curso de multiplicadores de Polícia Comunitária, em São José dos Campos. Participaram da aula, 30 agentes da Guarda Civil Municipal, dez guardas de Taubaté e um representante da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). Em […]

Escrito por: Rodrigo Ribeiro2 min de leitura
fundo_placeholder-023136

Primeira aula do curso foi realizada na Câmara Municipal

Divulgação

Na manhã desta segunda-feira (10), aconteceu a primeira aula do curso de multiplicadores de Polícia Comunitária, em São José dos Campos. Participaram da aula, 30 agentes da Guarda Civil Municipal, dez guardas de Taubaté e um representante da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

Em 2013, São José aderiu ao programa “Crack, é Possível Vencer”, do Governo Federal, e foi escolhida como pólo para a formação de multiplicadores de Polícia Comunitária. Além disso, a Guarda Municipal também pode atuar nas ações de autoridade e prevenção às drogas.

A cidade é responsável pela formação de guardas das cidades da região e deve receber recursos financeiros e outros cursos voltados para a área da segurança.

O curso é oferecido pela Senasp e têm carga horária de 160 horas, dividido em dois módulos, iniciando com disciplinas voltadas para as relações interpessoais, conflitos e formas de intervenção, e depois para a atenção e cuidado a dependência química, drogas lícitas e ilícitas e visitas técnicas.

Após o curso, todos os participantes vão receber um certificado emitido pelo Ministério da Justiça, para ministrar curso e formar novos multiplicadores. A previsão é que em março, esse guardas estejam aptos para ministrar o curso de operadores de Polícia Comunitária para 80 guardas civis.

O coronel da Polícia Militar, Marco Sobreira, é o responsável pela aplicação do curso. “Tenho certeza que esta filosofia de polícia de proximidade é importante e necessária, pois quem conhece os problemas da sua comunidade são os próprios moradores dela, e a informação, que é a nossa matéria-prima, só será passada se essa comunidade confiar na gente”, disse.

Publicado em: