Interdição parcial da Ponte Estaiada começa nesta quarta (27)

Novos bloqueios vão até 6 de junho

Escrito por: Rubens Baracho2 min de leitura
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Motoristas que passam pelo Arco da Inovação, em São José dos Campos, devem redobrar a atenção a partir desta terça-feira (27). A Prefeitura iniciou bloqueios parciais na ponte estaiada para a realização de inspeções preventivas nos cabos de sustentação dos viadutos.

As intervenções seguem até o dia 6 de junho, sempre das 9h às 17h, e acontecem em meia-pista para minimizar os impactos no trânsito.

Interdições serão feitas em duas etapas

De acordo com a Prefeitura, entre os dias 27 de maio e 2 de junho, o bloqueio parcial acontece no sentido da região sul da cidade. Já entre os dias 3 e 6 de junho, a interdição será transferida para a ligação viária com o Jardim Aquarius, na região oeste.

Como rota alternativa, os motoristas podem utilizar acessos pelo Jardim Aquarius, pela avenida Cassiano Ricardo e pela Linha Verde, principalmente nos horários de maior movimento.

Todo o trecho afetado recebeu sinalização temporária para orientar os condutores. Agentes de mobilidade urbana também atuam na região para auxiliar no controle do trânsito e realizar desvios pontuais, especialmente na avenida Jorge Zarur, que costuma registrar lentidão durante intervenções no local.

Ponte já passou por outras interdições recentes

Esta é a terceira interdição registrada no Arco da Inovação em cerca de dois meses. A primeira ocorreu entre os dias 23 e 26 de março, após a identificação de fissuras superficiais na estrutura de concreto.

Na ocasião, engenheiros e alpinistas industriais realizaram reparos utilizando técnicas de rapel, além de serviços de limpeza no sistema de drenagem da ponte.

Segundo a Prefeitura de São José dos Campos, as novas inspeções fazem parte de um cronograma preventivo de monitoramento estrutural. O objetivo é garantir a estabilidade dos tirantes de aço responsáveis pela sustentação dos viadutos e preservar a durabilidade da estrutura.

A Secretaria de Obras informou ainda que as fissuras identificadas anteriormente são consideradas comuns em grandes estruturas de concreto e não representam risco de colapso, mas necessitam de acompanhamento contínuo.

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