Manifestações afetam funcionamento de escolas da rede pública

Adesão por parte dos professores e alunos afetou as aulas nesta sexta

Escrito por: Marcus Alvarenga2 min de leitura
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A Apeosp (Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo) e o SindServ (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de São José dos Campos) informaram que os professores das redes estadual e municipal de ensino “aderiram em peso” à greve geral desta sexta-feira (28), gerando um impacto direto nas aulas e fechamento de algumas unidades em São José e na região.

“Inúmeras escolas estiveram fechadas, com secretarias, agentes escolares, gerente de organização aderida à greve. Também as escolas de período integral e o centro de suplência da Vila Cristina tiveram adesão geral”, a conselheira da Apeoesp, Marcileni da Mota.

“Das 83 escolas estaduais, 90% delas foram paradas, tanto pela adesão como a greve do transporte publico que inviabilizou o acesso dos professores e alunos.”

Por meio de nota, a Secretaria da Educação do Estado informou que orientou que todas as escolas estaduais funcionassem normalmente nesta sexta e, ao contrário do sindicato, declara que apenas 1% das unidades de todo o Estado foi afetada.

“O levantamento parcial da manhã aponta que 99% das unidades seguem em funcionamento. Das mais de 5 mil escolas, 49 tiveram atividades paralisadas hoje em todo o Estado. A pasta acredita no compromisso dos professores com os alunos”, informa a nota.

A secretaria não detalhou quantas dessas 49 escolas são da região.

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Pedro Ivo Prates/Meon

São José

A Secretaria de Educação e Cidadania de São José informou que algumas unidades da rede tiveram um apoio extra de professores eventuais e, mesmo com o quadro de docentes reduzido, os alunos que foram às escolas municipais não ficaram sem aula.

A prefeitura confirma que apenas um Cedin (Centro de Educação infantil) e cinco Cecois (Centros Comunitários de Convivência Infantil) foram totalmente paralisadas.

“Houve paralisação num Centro de Educação Infantil (CEDIN) e cinco Centros Comunitários de Convivência Infantil (CECOI), que são administrados por entidades particulares parceiras da Prefeitura, que atendem crianças de 0 a 5 anos. As escolas de educação infantil e ensino fundamental, os institutos materno infantis e os núcleos de educação infantil funcionaram normalmente”, informou a secretaria.

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