Oficina de educação patrimonial quer valorizar história de Pindamonhangaba

A noite da última segunda-feira foi de aprendizagem, discussão e elaboração de possíveis projetos voltados para a educação patrimonial em Pindamonhangaba. As ações aconteceram em uma oficina, realizada no Museu Histórico e Pedagógico Dom Pedro I e Dona Leopoldina, ministrada pela diretora do departamento de Patrimônio Histórico da Prefeitura, Karina Lacorte.

Escrito por: Bruna Pires3 min de leitura
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Diretora do Departamento de Patrimônio Histórico ministra oficina no museu

Bruna Pires/Jornal Atos





A noite da última segunda-feira (20) foi de aprendizagem, discussão e elaboração de possíveis projetos voltados para a educação patrimonial em Pindamonhangaba. As ações aconteceram em uma oficina, realizada no Museu Histórico e Pedagógico Dom Pedro I e Dona Leopoldina, ministrada pela diretora do Departamento de Patrimônio Histórico da prefeitura, Karina Lacorte.

A oficina contou a presença de funcionários do museu e da prefeitura, como o secretário de Planejamento, Jorge Samaha, do neto do escritor e historiador Athayde Marcondes, o publicitário José Luis Gândara Martins, e da população.

A diretora afirmou que a intenção da oficina é mostrar a importância da educação patrimonial e, a partir disso, montar um grupo de trabalho voluntário para auxiliar em projetos voltados para o tema e aplicá-los, resgatando a história do município. “Para os que trabalham no museu e para o Departamento de Patrimônio Histórico são coisas que eles já vivenciam um pouco. A intenção da oficina é de que as coisas deixem de ser hipóteses e virem ações concretas, por isso também abrimos para quem mais interessar”, conta Karina.

Durante a oficina, os participantes aprenderam, dentro de uma dinâmica em grupo, um pouco sobre alguns pontos de patrimônio histórico da cidade, como o Palacete 10 de Julho, marco zero da cidade e nome das praças e palacetes. Com base na Lei Orgânica, desenvolveram pequenos projetos de atividades voltadas para o tema, englobando também assuntos como meio ambiente e resgate histórico cultural.

De acordo com Karina, a oficina segue uma tendência na qual o Brasil participa pela primeira vez. “Vai haver agora, no final do mês, o segundo Congresso Internacional de Educação Patrimonial, que no ano passado aconteceu só na Europa. Neste ano ele vai ser realizado via videoconferência em São Paulo, então estamos seguindo esse movimento”, explica.

Com o grupo de trabalho formado, o próximo passo será discutir os projetos e as possíveis ações a serem realizadas ainda no final deste ano e início de 2015. “Foi excelente a participação da comunidade, eles já criaram ações possíveis e vamos partir para o estudo da aplicação desses projetos. É a sociedade fazendo projetos para a própria sociedade, então deixa de ser uma iniciativa unilateral e passa a ser construída em grupo para perpetuar a história”, conclui a diretora.

As pessoas interessadas em participar do grupo ou obter mais informações sobre educação patrimonial podem entrar em contato com o Departamento de Patrimônio Histórico na rua Marechal Deodoro, 260, Centro, ou pelo fone (12) 3648-1759.

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