Oscar Strauss: “ser pai é maravilhoso, mas ter trigêmeos é sensacional”
Um é pouco, dois é bom, mas três é demais. Assim define o pai de trigêmeos Oscar Strauss, 38 anos, que mora na região oeste de São José dos Campos. Na expectativa de realizar o sonho de ser pai, Oscar e a esposa Christina tentaram por duas vezes a inseminação artificial e tiveram uma grande surpresa quando o médico anunciou a gravidez: “Como está a sua situação financeira? Sente, pois são três filhos”, conta o pai sobre o dia em que souberam do sucesso do procedimento.












Um é pouco, dois é bom, mas três é demais. Assim define o pai de trigêmeos Oscar Strauss, 38 anos, que mora na região oeste de São José dos Campos. Na expectativa de realizar o sonho de ser pai, Oscar e a esposa Christina tentaram por duas vezes a inseminação artificial e tiveram uma grande surpresa quando o médico anunciou a gravidez: “Como está a sua situação financeira? Sente, pois são três filhos”, conta o pai sobre o dia em que souberam do sucesso do procedimento.
“Os três vieram de uma vez, não era algo planejado para a gente e, no começo, precisamos da ajuda, pois cuidar não era uma tarefa fácil. Apesar disso, ser pai é maravilhoso e ser pai três vezes é uma experiência sensacional”, comenta.
No início, o pai de Antonio, Joaquim e Oscar teve que contar com a ajuda de amigos e familiares, além de contratar duas babás para os cuidados diários. “Todos os meses comprávamos 900 fraldas, tudo era multiplicado por três”, brinca Strauss, que trabalha com administração de empresas.
Agora, com seis anos, os trigêmeos bivitelinos têm uma rotina regrada, com atividades esportivas e escola, mas recheado de momentos de lazer. Os três filhos passam o dia na escola de período integral e fazem tudo juntos, inclusive estudar na mesma sala.
“Para que a atividade envolvam os três, tudo precisa ser programado: jogar bola, videogame, viajar para o sítio e ler livros. Nos divertimos em qualquer situação, ficando sempre juntos e unidos”, diz Oscar.
Com essa união e amizade, Oscar conta que seu ‘coração fica partido’ quando vê um dos filhos doentes. “Posso estar com os três, mas quando um deles fica doente isso dói em mim”.
Sobre o melhor presente do Dia dos Pais, o pai não fala de bens materiais e ressalta a importância do futuro das crianças. “O melhor presente é vê-los seguindo na vida com a base que estamos oferecendo, sempre unidos e felizes”, completa.
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