Parque Ecológico de Cachoeira Paulista pode virar viveiro de mudas

Iniciativa faz parte de convênio com a concessionária de energia

Escrito por: Allan Torquato2 min de leitura
fundo_placeholder-023136
2416_cachoeira_ganha_parceria_para_transformar_parque_ecologico_em_viveiro_de_mudas_cultura_10_01_2015_2

Local pode se transformar em centro de visitação

Allan Torquato/Jornal Atos

O Parque Ecológico “Nelson Lorena”, um dos principais símbolos de Cachoeira Paulista, deve ganhar mais um atrativo. Uma parceria entre a administração municipal e a concessionária de energia EDP Bandeirantes, firmada na ultima quarta-feira (7), vai instalar um viveiro de mudas no local.

O convênio foi firmado em 2014 e a perspectiva é que até o fim do primeiro semestre já dê início ou cultivo das espécies. Segundo a prefeitura, a vigência do acordo é de quatro anos, mas há possibilidade de que seja estendido.

Como parte da parceria, o executivo ficará responsável pela fiscalização e a limpeza do local, com o depósito dos dejetos em um espaço apropriado. O secretário de Meio Ambiente, Pedro Kalil, explica que as mudas produzidas no viveiro serão utilizadas para a compensação ambiental, bem como para a distribuição aos moradores que tiverem interesse.

“Se um morador necessitar fazer a supressão arbórea, ele terá de realizar a compensação plantando outras árvores”, afirmou o secretário definindo uma das finalidades do projeto.

Além disso, a distribuidora forneceu cinco contêineres, com capacidade para armazenar mil litros cada, que serão utilizados para a coleta seletiva de resíduos sólidos urbanos. Além do município, Guaratinguetá e Pindamonhangaba foram integradas ao convênio.

Polêmica
Reaberto há quase dois meses, o Parque Ecológico foi alvo de reclamações dos moradores. Em setembro, a seca nos lagos e a morte dos peixes revoltou os moradores. Outras questões de infraestrutura, como a recuperação do vagão da ferrovia Central do Brasil, a adequação da lanchonete e playground foram levantadas pelos moradores.

A administração se reuniu com os vereadores no local para encontrar soluções para o problema. O presidente da Casa, na época, Breno Anaya (PSC), informou que a Câmara já havia encaminhado requerimentos para o Executivo, cobrando soluções, mas que não foram atendidos. 

Publicado em: