Prefeito de São José vai a Brasília pedir inclusão de municípios na reforma da previdência

Outros prefeitos também participaram da reunião com o ministro da Economia, Paulo Guedes

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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Os prefeitos discutiram também a reforma tributária

Reprodução/FacebookFelicio

Nesta quarta-feira (24), o prefeito de São José dos Campos, Felicio Ramuth (PSDB), participou de uma reunião em Brasília (DF) com o ministro da Economia, Paulo Guedes, com o secretário da Receita Federal, Marcos Sintra, e outros prefeitos do Estado de São Paulo para discutir a inclusão dos municípios na reforma da previdência e levar sugestões para a reforma tributária.

O prefeito joseense compareceu a Brasília representando a FNP (Frente Nacional de Prefeitos), do qual é vice-presidente de Mobilidade Urbana. No início do mês de julho, Felicio representou a FNP no Smart City Expo Latam Congress 2019 na cidade de Puebla no México.

O encontrou aconteceu na parte da manhã na sede do Ministério da Economia na Esplanada dos Ministérios. Logo após a reunião, Felicio fez uma transmissão ao vivo em sua página no Facebook para comentar os assuntos abordados.

“Viemos trazer para o ministro as nossas preocupações e trazer a mensagem da Frente Nacional de Prefeitos sobre a importância da oportunidade de inclusão dos municípios na reforma da previdência. […] Também já viemos discutir sobre a reforma tributária”, disse o prefeito.

De acordo com o Felicio, a PEC 45, em tramitação no Congresso, preocupa a FNP, pois unificaria os impostos federais, estaduais e municipais, o que dificultaria a fiscalização.

“A PEC ainda tem um desenho antigo, pois junta todos os impostos, dificulta a fiscalização e a sonegação permaneceria. Deixamos claro que seria importante dividir em etapas, primeiro juntar os impostos federais com a criação de um novo imposto federal, deixando [a parte] o imposto municipal e estadual. Assim o Governo poderia fazer em etapas essa reforma tributária”, explicou.

O prefeito disse ainda que a vontade da FNP é que o ISS (Imposto Sobre Serviço) continue com o município, pois este seria o imposto do futuro. “Cada vez mais vemos a economia dos serviços se fortalecer. A gente acredita que esse imposto deva permanecer sobre base do município”, concluiu.

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Felício Ramuth e Paulo Guedes

Reprodução/FacebookFelicio

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