Prefeito vai à Justiça para desapropriar área em Lorena

Moradores da área invadida no Parque das Rodovias, em Lorena Jornal Atos O prefeito de Lorena, Fábio Marcondes (PSDB), anunciou que vai recorrer à Justiça para desapropriar a área invadida no Parque das Rodovias e regularizar a situação das 200 famílias que moram há mais de uma década no terreno. O local, que pertence a empresa Tecelagem […]

Escrito por: Lucas Barbosa2 min de leitura
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Moradores da área invadida no Parque das Rodovias, em Lorena

Jornal Atos

O prefeito de Lorena, Fábio Marcondes (PSDB), anunciou que vai recorrer à Justiça para desapropriar a área invadida no Parque das Rodovias e regularizar a situação das 200 famílias que moram há mais de uma década no terreno.

O local, que pertence a empresa Tecelagem Diamantina, começou a ser ocupada irregularmente em 2005. Desde então, os moradores convivem com a falta de saneamento básico (não há água encanada e nem rede de esgoto).

Em setembro de 2012, o ex-prefeito Paulo Neme afirmou que o local seria regularizado já que, após negociação, foi definido que a prefeitura compraria a área por R$ 2,5 milhões. Mas a antiga gestão efetuou o pagamento de apenas R$ 200 mil, o que interrompeu a transação.

Marcondes disse que na semana passada realizou uma reunião com o proprietário da área em busca de uma solução para o impasse. “Chegamos à conclusão que o processo de aquisição do terreno será por desapropriação judicial porque não conseguimos chegar a um valor de mercado naquela propriedade, já que o terreno foi invadido”.

Mercadão
O prefeito afirmou ainda que vai abrir uma licitação para contratar os serviços de reforma do Mercadão. Os reparos no prédio são aguardados desde o ano passado pelos comerciantes, que há anos enfrentam problemas estruturais para trabalhar.

“A licitação era para ter ocorrido no último dia 4, mas devido a um problema acabou adiada para o próximo dia 24. Após os tramites legais, a reforma, orçada em mais de R$ 3 milhões, deverá ser iniciada em até 30 dias”, disse Marcondes.

Além de pontos comerciais, o local deve receber serviços públicos e bancários, além de estrutura para receber usuários do AME (Ambulatório Médico de Especialidades), em fase de construção, ao lado do pronto socorro.

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