Mais uma vez, compra de fantoches é alvo de polêmica em Taubaté

A Prefeitura de Taubaté lançou o edital do pregão nº 1/14, que prevê a compra de fantoches e máscaras faciais, no valor de R$ 245.800 mil pelo período de 12 meses. O valor da compra, a quantidade e o destino dos artigos geram dúvidas e polêmica. Na primeira sessão ordinária do ano (5), um requerimento […]

Escrito por: Rodrigo Ribeiro2 min de leitura
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A Prefeitura de Taubaté lançou o edital do pregão nº 1/14, que prevê a compra de fantoches e máscaras faciais, no valor de R$ 245.800 mil pelo período de 12 meses. O valor da compra, a quantidade e o destino dos artigos geram dúvidas e polêmica.

Na primeira sessão ordinária do ano (5), um requerimento do vereador Salvador Soares (PT), questionando sobre os valores e outras dúvidas relacionadas ao pregão, foi aprovado pela câmara e encaminhado para a prefeitura. O executivo tem 15 dias após o recebimento do documento para encaminhar as respostas ao parlamentar.

A assessoria do vereador informou que foi feita uma pesquisa de mercado sobre o preço de fantoches e com o valor divulgado para o pregão, daria para comprar mais de 11 mil fantoches e máscaras faciais. “Essa quantia poderia estar sendo empregada em outras necessidades do sistema educacional do município”, disse Salvador Soares.

No documento encaminhado ao Executivo, o vereador questiona sobre o destino desses artigos e qual a necessidade deles. A assessoria do parlamentar afirma ainda que após o envio do questionamento, o pregão nº 1/14 foi retirado do site da prefeitura.

A assessoria de imprensa da prefeitura informou que os itens vão ser distribuídos para as 126 escolas da rede municipal de ensino infantil, fundamental e integral e faz parte do programa de alfabetização da Secretaria da Educação. A informação é que cada escola vai receber uma sacola com fantoches e máscaras. O número exato dos itens ainda não foi informado.

Fantoches outra vez
Em 2011, na gestão do então prefeito Roberto Peixoto, o vereador Rodrigo Silva “Digão” (PSDB), também questionou a compra de fantoches pela administração municipal. Na época, o executivo havia comprado três produtos diferentes (dedoches e dois tipos de fantoches), mas no campo quantidade do processo licitatório, aparecia o numeral 1, o que chamou a atenção do vereador pelo preço.

O caso foi resolvido, após membros do executivo mostrarem que se tratava de um kit com três produtos e que houve um erro de digitação no campo quantidade.

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