Principal empresa de Cruzeiro demite 262 funcionários em abril
A Amsted-Maxion, que produz componentes para o setor automotivo demitiu 262 funcionários em abril deste ano em Cruzeiro. A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos da cidade que nesta quarta-feira (30), está reunido com representantes da empresa para discutir a crise e evitar novas demissões. Os colaboradores começaram a ser dispensados no final de março.


Principal empresa de Cruzeiro demite 262 funcionários em abril
Divulgação/Amsted-Maxion
A Amsted-Maxion, que produz componentes para o setor automotivo demitiu 262 funcionários em abril deste ano em Cruzeiro. A informação é do Sindicato dos Metalúrgicos da cidade que nesta quarta-feira (30), se reuniu com representantes da empresa para discutir a crise e evitar novas demissões. Os colaboradores começaram a ser dispensados no final de março.
A empresa possui aproximadamente 5 mil empregados e é considerada a principal indústria de Cruzeiro. O presidente do sindicato, Jumar Batista, revelou que a queda de produção da Maxion, seguida das demissões, está relacionado à crise das indústrias metalúrgicas do setor automobilístico.
As principais operações da Maxion estão voltadas para os segmentos de roda de aço, chassis e longarinas, que atualmente, abastece as principais montadoras do Brasil e alguns clientes no exterior, como: General Motors, Ford, Volkswagen, Mercedes-Benz, Renault-Nissan, Volvo, entre outros.
Procurada pelo Meon, a Maxion por meio de sua assessoria informou que não comenta sobre demissões e queda na produção. Até o fechamento da matéria a reunião não havia terminado.
Crise no setor
Sob impacto da queda das vendas aos argentinos e também no mercado interno, a produção brasileira de veículos foi 8,4% menor no primeiro trimestre deste ano em relação a 2013 e somou 789,8 mil unidades, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus.
Região
No dia 1º de abril deste ano, trabalhadores de três turnos da General Motors de São José dos Campos foram comunicados que teriam 21 dias de férias coletivas, em consequência do recesso programado entre 14 e 27 de abril na unidade de São Caetano do Sul (SP), vão ter férias coletivas de 21 dias. A parada aconteceu pois a planta fornece peças para a fábrica do ABC paulista.
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Férias coletivas de 21 dias vão afetar três turnos da GM em São José
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