Projeto EJA Sorridente atende quilombolas em Ubatuba

O Projeto EJA Sorridente acontece por meio da parceria entre as Secretarias de Saúde e Educação e promove a saúde bucal dos alunos do projeto Educação de Jovens e Adultos e das comunidades contempladas pela iniciativa, em Ubatuba

Escrito por: Da redação2 min de leitura
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1/8/2014 - Eja Sorridente, programa tem objetivo de prevenir o câncer, dar noções de higiene e orientações sobre os cuidados com a saúde bucal (Divulgação/PMU)

Eja Sorridente, programa tem objetivo de orientar sobre a saúde bucal

Divulgação/PMU

O Projeto EJA Sorridente acontece por meio da parceria entre as Secretarias de Saúde e Educação e promove a saúde bucal dos alunos do projeto Educação de Jovens e Adultos e das comunidades contempladas pela iniciativa, em Ubatuba

Entre seus objetivos, estão a prevenção do câncer, noções de higiene bucal, orientações sobre os cuidados com a saúde da boca e encaminhamentos para unidades de referência para o tratamento e instalação de Próteses Totais ou Próteses Parciais Removíveis.
Entre abril e julho deste ano, foram visitados os EJAs do Quilombo do Camburi, da Picinguaba, das escolas Olga Gil (centro) e Prof. Silvino T. Leite (Marafunda).

Participaram do projeto aproximadamente 100 pessoas, que foram acolhidas, orientadas e encaminhadas para diferentes tratamentos odontológicos.

Genésio, morador símbolo do quilombo e representante da comunidade, recebeu os dentistas em sua residência e em breve estará de sorriso novo. “Agora vou receber os turistas com muito mais alegria”, brinca.

Graça Gil, dentista do projeto, afirma ter ficado feliz por atender mais uma vez Genésio. “Já atendia o senhor Genésio há muitos anos, mas infelizmente não tinha o suporte do Brasil Sorridente. Agora, poderemos fazer a prótese que ele tanto precisava”, conta Gil.

“Fazer parte deste projeto é muito gratificante pessoalmente e profissionalmente. As pessoas ficam extremamente agradecidas pelo acolhimento e pelas orientações sobre a saúde bucal. É uma forma de busca ativa e o profissional vai até a comunidade e até o paciente. É um trabalho que nunca foi feito entre os adultos e idosos daqui. Ele melhora a auto-estima e desenvolve a cidadania”, afirma André Guimarães, um dos responsáveis pelo EJA Sorridente.

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