Qualidade do ar em São José e Jacareí é a melhor do Interior de SP
A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) divulgou, nesta quarta-feira (7), os índices da qualidade do ar no Interior de São Paulo, sendo duas cidades da RMVale -Jacareí e São José dos Campos- com as melhores medições do ar.


São José dos Campos é a cidade com a melhor qualidade do ar no Interior
Adenir Brito/PhotoUp Brasil
A Cetesb (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) divulgou, nesta quarta-feira (7), os índices da qualidade do ar de 2013 no interior de São Paulo, sendo duas cidades da RMVale -Jacareí e São José dos Campos- com as melhores medições do ar.
De acordo com relatório, as medições em Jacareí e São José alcançaram os melhores índices entre as 19 cidades do interior de São Paulo pesquisadas pela agência ambiental. A cidade joseense apresenta 98,6%, com classificação boa na qualidade do ar, seguida de Jacareí que figura com 96,1%, baseados nos índices de ozônio particulado -poluente emitido pelo escapamento dos veículos que combinam com a luz solar par a reação.
Para o ambientalista Lincoln Delgado, mesmo com os dados positivos da pesquisa, ainda é necessário a atenção para a emissão de poluentes na região. “Não é que estamos com boas condições da qualidade do ar, mas sim que existem outras regiões com níveis mais críticos no Interior. A RMVale apresenta dados que precisam de atenção dos governantes. São José, Jacareí e Taubaté estão com a maior concentração de poluentes”, afirma ao Meon.
Delgado alerta para os principais geradores de poluentes na região e ressalta a importância para os governos estabelecerem políticas públicas voltadas ao Meio Ambiente. “Hoje, São José conta com uma frota de 400 mil veículos, que dobrou nos últimos anos e na região a via Dutra, principal via de acesso entre São Paulo e Rio de Janeiro, concentrando maior parcela de poluentes. A atenção dos governos precisam estar voltadas à conscientização e educação ambiental”, explica Delgado.
Inventário
Em 2012, a Prefeitura de São José dos Campos apresentou dados do inventário da poluição do ar, para apontar os problemas das regiões mais saturadas da cidade, e monitoramento de quatros pontos, sendo um móvel. “Com os dados do inventário está sendo possível monitorar os pontos críticos e apontar onde deve ser feito o manejo da mobilidade, além de ações preventivas”, completa o ambientalista.
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