Relatório pede redução da tarifa de ônibus em Taubaté

Um relatório para melhoria no transporte público de Taubaté está sendo feito pela Comissão Especial de Transportes da Câmara Municipal. Uma das medidas que devem ser apresentadas é a redução da tarifa de ônibus, que no ano passado custava R$ 2,80 e após as manifestações da população foi para o valor atual de R$ 2,70. […]

Escrito por: Rodrigo Ribeiro2 min de leitura
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Um relatório para melhoria no transporte público de Taubaté está sendo feito pela Comissão Especial de Transportes da Câmara Municipal. Uma das medidas que devem ser apresentadas é a redução da tarifa de ônibus, que no ano passado custava R$ 2,80 e após as manifestações da população foi para o valor atual de R$ 2,70.

A secretaria de Mobilidade Urbana está meio tímida de cobrar isso da concessionária

Joffre NetoVereador

O objetivo é reestruturar toda a linha de ônibus da cidade, que segundo o presidente da comissão, o vereador Joffre Neto (PSB), é insuficiente, e nos fins de semana o número de linhas disponíveis diminui e algumas regiões ficam descobertas.

O relatório ainda indica a obrigação da concessionária que administra o Transporte no município, a ABC Transportes, de instalar e manter os pontos de ônibus. “É algo legal, no que diz respeito à lei, mas o que nós sentimos é que a secretaria de Mobilidade Urbana está meio tímida de cobrar isso da concessionária”, disse o vereador.

Segundo a Comissão Especial de Transportes é necessário a construção de 400 pontos de ônibus para totalizar 1500 na cidade, número que eles entendem ser o ideal.

A comissão também afirma que a ABC Transportes fornece dados falsos a respeito do números de passageiros transportados, o que influencia no valor das passagens. Em abril do ano passado, a concessionária informou que transportava 970 mil passageiros. Já em setembro afirmou que seriam 1,2 milhões. O relatório deve ser entregue ao executivo em torno de dois a três meses.

O portal Meon entrou em contato com a empresa e com a secretaria de Mobilidade Urbana, mas até o fechamento da matéria, ninguém se pronunciou.

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