Restauro do telhado da Rodoviária Nova de Taubaté será em abril
Edital está sendo finalizado pela prefeitura; gastos não foram contabilizados


Estrutura foi montada no ano passado de forma improvisada
Stefanie Bernardes/Guia Taubaté
O restauro da Rodoviária Nova de Taubaté será iniciado em abril. Esta é a previsão da prefeitura para que as obras comecem, após a conclusão do edital para a contratação da empresa terceirizada que fará o serviço. O “imbróglio” em torno da reestruturação do prédio teve início depois que parte do telhado cedeu em fevereiro do ano passado. Após 10 meses, a administração contratou uma empresa para realizar o escoramento do telhado e liberou a rodoviária de forma parcial. A queda completou um ano no dia 4 de fevereiro.
“Todo trabalho aconteceu para evitar acidentes. O escoramento foi feito nas telhas com o mínimo de risco e as áreas foram limitadas e interditadas”, afirma o secretário de Serviços Municipais, Alexandre Magno.
Ao Meon, a prefeitura afirma que está finalizando o edital para a realização do restauro. Os gastos ainda estão sendo contabilizados e a previsão é que os serviços durem cerca de seis meses. Já sobre a terceirização da rodoviária, a administração está avaliando a melhor opção, baseada em outros modelos aplicados em outras cidades. Para este processo, a prefeitura abrirá uma licitação.
“Realizaremos uma licitação paralelamente à recuperação do telhado. A previsão para o término da licitação é em julho deste ano”, explica o secretário.
Reclamação
O enfermeiro Patrick Izumi, 31 anos, conta que fica receoso com a atual estrutura da rodoviária. Ele diz que a reforma está demorando demais para ser realizada. “Várias partes do teto estão sendo escoradas por andaimes, onde os ônibus ficam parados para as partidas. A população fica exposta e isso é perigoso”. “Estão esperando algo acontecer para tomarem providências mais rápidas”, acrescenta Izumi.
Legislativo
Joffre Neto (PSB) afirma que a população está sendo desrespeitada, devido à morosidade dos reparos e dos serviços para restauro. “Na Rodoviária Nova, a população não tem sido respeitada, porque estamos há um ano da queda das telhas da rodoviária e ficamos quase dez meses improvisados no estacionamento, com asfalto cedendo, o povo tomando chuva, sem cadeiras e sem um banheiro decente”, ressalta.
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