RMVale tem duas representantes na Associação das Advogadas
O Vale do Paraíba tem duas representantes na Asas (Associação das Advogadas, Estagiárias e Acadêmicas de Direito do Estado de São Paulo), que realizou às 19h desta quarta-feira (12) a cerimônia de posse do Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal no Salão Nobre da Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco, em São Paulo.


Cerimônia de posse do Asas
Divulgação/Asas
O Vale do Paraíba tem duas representantes na Asas (Associação das Advogadas, Estagiárias e Acadêmicas de Direito do Estado de São Paulo), que realizou às 19h desta quarta-feira (12) a cerimônia de posse do Conselho Deliberativo e Conselho Fiscal no Salão Nobre da Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco, em São Paulo.
O evento teve a presença da ex-ministra do Superior Tribunal de Justiça, Eliana Calmon, da desembargadora Angélica Maria Mello de Almeida, da advogada Ada Pellegrini Grinover e da presidente da Asas, Rosana Chiavassa.
A associação tem 110 conselheiras fundadoras, entre elas, Juliana Negrão, advogada em São José dos Campos, e Marli Gomes, advogada em Jacareí. A Asas foi criada em dezembro de 2013 para capacitar, estimular e apoiar as mulheres em todas as instâncias da vida em sociedade.
“Ninguém quer fazer divisão de nada, mas fica mais fácil você lutar por uma causa quando está todo o mundo focado no mesmo assunto. A associação visa defender, pesquisar e fiscalizar problemas que o gênero feminino encontra”, explica Juliana.
Segundo a advogada Juliana, caso alguma advogada se interesse em fazer parte da associação, basta procurar algumas das conselheiras para se informar sobre como participar da Asas.
O grupo de mulheres da Asas pode ser novo, mas já luta por algumas causas, entre elas, a ampliação do horário de funcionamento das delegacias da mulher para 24 horas por dia, inclusive nos finais de semana, período em que ocorre a maioria dos casos de violência contra a mulher.
Além disso, o grupo defende a criação de mais varas especializadas em casos de violência contra a mulher no Estado de São Paulo. São poucas as cidades que contam com o serviço, entre elas, São José dos Campos, São Paulo, Santos, Sorocaba e São José do Rio Preto.
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