Santa Branca ganha primeiro apiário experimental do Vale do Paraíba
Centro de pesquisa vai beneficiar cerca de 80 apicultores da região


Centro de pesquisa vai beneficiar cerca de 80 apicultores da região
Divulgação/Fibria
O primeiro apiário experimental da RMVale (Região Metropolitana do Vale do Paraíba e Litoral Norte) foi inaugurado, nesta quarta-feira (22), em Santa Branca. Em breve, também devem começar a operar os apiários de Paraibuna e Redenção da Serra. O centro de pesquisa é resultado da parceria entre duas empresas privadas: a Fibria, empresa produtora de celulose de eucalipto, e a Syngenta, que desenvolve soluções integradas para o agronegócio.
De acordo com a Fibria, o local irá funcionar como centro de pesquisa e irá beneficiar cerca de 80 apicultores da região. O objetivo é desenvolver novas técnicas que permitam melhorias nutricionais e genéticas, com avanços no monitoramento das abelhas e na produtividade do mel.
Além de disseminar conhecimentos, técnicas e práticas que fortalecerão a cadeia produtiva da apicultura regional, os apiários experimentais também funcionarão como um centro de pesquisa, no qual será possível realizar estudos para o melhoramento das abelhas, incluindo desde a seleção até a multiplicação da espécie.
A ideia é compreender a abelha na sua totalidade e descobrir quais são as suas potencialidades. Todo o conhecimento adquirido por meio do desenvolvimento dessas pesquisas será disseminado entre os associados do Programa Colmeias.
“O objetivo é desenvolver novas técnicas que permitam melhorias nutricionais e genéticas, com avanços no monitoramento das abelhas e na produtividade do mel”, afirma Flavia Tayama, coordenadora de Sustentabilidade da Fibria.
Programa Colmeias
O Programa Colmeias tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento da cadeia apícola, implantando novas tecnologias em conjunto com os apicultores, produtores rurais, assentados da agricultura familiar, por meio do uso múltiplo da floresta, organizando de forma sustentável a cadeia produtiva do mel e proporcionando a melhoria na geração de renda e qualidade de vida das comunidades.
Atua em três eixos: organização e gestão das associações, produção e comercialização do mel.
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