Polícia Federal leva projeto Guardiões da Infância à Fundhas

O encontro desta terça-feira (7) foi realizado no Cephas. A programação segue no dia 14 de outubro, na Fundhas Leste, e no dia 21, na Fundhas Dom Pedro

Escrito por: Maria Júlia da Silva Binotto3 min de leitura
Foto: Reprodução/Fundhas
Foto: Reprodução/Fundhas

A Fundhas (Fundação Hélio Augusto de Souza) e o Cephas (Colégio de Educação Profissional Hélio Augusto de Souza) recebem neste mês palestras do projeto Guardiões da Infância, da Polícia Federal, voltadas à prevenção da violência contra crianças e adolescentes.

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O encontro desta terça-feira (7) foi realizado no Cephas. A programação segue no dia 14 de outubro, na Fundhas Leste, e no dia 21, na Fundhas Dom Pedro. 

As palestras são ministradas por policiais federais voluntários capacitados pelo projeto e abordam temas relacionados à proteção de crianças e adolescentes. Entre os assuntos estão a identificação de situações de risco, prevenção da violência, redução de vulnerabilidades e fortalecimento da rede de proteção.

A segurança no ambiente digital também é um dos principais temas. Os participantes recebem orientações sobre o uso seguro e responsável da internet, além de informações para identificar situações que possam representar riscos no ambiente virtual.

Reflexão

Para os alunos, foi uma oportunidade de refletir sobre comportamentos e situações presentes no dia a dia.

Aluno do segundo módulo de Mecânica do Cephas, Nicolas Machado, 18 anos, considerou a apresentação importante diante da presença cada vez maior da internet na rotina dos jovens.

“Foi uma ótima apresentação. É algo que acontece muito hoje em dia, ainda mais com o desenvolvimento da internet. Ajuda muito, porque podemos refletir sobre o que é perigoso e repensar muitas vezes antes de mandar ou postar uma foto, por exemplo.”

Também aluno do segundo módulo de Mecânica, Leonardo Balieiro, 19 anos, destacou a importância de levar esse tipo de orientação para as escolas.

“É algo necessário para o jeito que a sociedade está evoluindo e para o caminho que ela está tomando. Acho que essa iniciativa tem que começar pelas escolas, pela educação e pelos alunos. É um ciclo: quando você começa ensinando os mais novos, eles vão crescendo e levando esse conhecimento para outras pessoas. Tem que ter mais iniciativas como essa para esclarecer e ajudar os jovens a entender os perigos.”

Para Sofia Santos Lima, 16 anos, aluna do segundo módulo de Administração, o tema precisa ser discutido com frequência para ampliar a conscientização.

“Achei a palestra muito importante para a nossa vida. Hoje em dia, essa é uma pauta muito atual, que precisa ser discutida cada vez mais para que a conscientização seja maior e ocorram menos casos desse tipo de crime.”