São José instala armadilhas contra dengue

Prefeitura inicia uso de ovitrampas para mapear circulação do mosquito Aedes aegypti

Escrito por: Maria Júlia da Silva Binotto2 min de leitura
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A Prefeitura de São José dos Campos iniciou a instalação de ovitrampas, uma nova tecnologia para fortalecer o combate à dengue na cidade. Diferente das ações de remoção, essas pequenas armadilhas funcionam como sensores: elas atraem o mosquito para a postura de ovos, que são posteriormente recolhidos e analisados em laboratório.

A estratégia permite medir com precisão a densidade populacional do mosquito em cada endereço, servindo como um “termômetro” para que a Secretaria de Saúde intensifique os bloqueios nas áreas de maior risco.

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Como funcionam as Ovitrampas?

O dispositivo é simples e seguro para os moradores:

Aração: A armadilha contém água e um material que simula o ambiente ideal para a fêmea do Aedes aegypti depositar ovos.

Monitoramento: As equipes técnicas visitam os locais periodicamente para coletar o material.

Segurança: A armadilha não cria nem multiplica mosquitos; ela apenas detecta a atividade do inseto que já circula na área.

Início pela Região Sul

Nesta fase inicial, bairros estratégicos da zona sul foram escolhidos com base no histórico epidemiológico e na densidade populacional. Os Agentes de Combate às Endemias (ACEs) realizam a instalação em imóveis onde os moradores autorizam a parceria.

Identificação dos Agentes

Para garantir a segurança dos munícipes, a Prefeitura reforça:

Os agentes estão sempre uniformizados e com crachá.

A identidade do profissional (nome ou matrícula) pode ser verificada online no site da Prefeitura.

Além das armadilhas, São José mantém o uso de drones, carros antidengue e a Operação Casa Limpa para conter o avanço da doença durante os meses de verão.

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