São José tem 2.470 na fila de espera por ultrassom obstétrico

Prefeito promete zerar fila até o final de maio; confira vídeo publicado nas redes sociais

Escrito por: Marcus Alvarenga2 min de leitura
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São José dos Campos soma atualmente 2.470 mulheres na fila de espera para a realização de ultrassom obstétrico, exame essencial para o acompanhamento pré-natal.

O número foi divulgado pelo prefeito Felicio Ramuth (PSDB), que promete zerar a espera até maio  deste ano.

Ele publicou um vídeo sobre o assunto em seu perfil no Facebook (veja abaixo).

Na gravação, o prefeito diz que até o dia 15 de abril serão liberadas novas vagas de exames para reduzir a espera das mães. “Vamos liberar 1.500 exames e até o dia 10 de maio essa fila estará zerada”, diz Ramuth.

“Vamos passar a ter nossos exames obstétricos no máximo em 30 dias. Temos filas de outros exames e vamos continuar com o ultrassom de abdomen, que será o nosso próximo passo. Devagar vamos colocando a casa em ordem, ajeitando a saúde e fazendo investimentos para as pessoas que mais precisam”, finalizou.

O ultrassom obstétrico é feito para avaliar a placenta, o líquido amniótico, o crescimento e desenvolvimento do feto. Com ele, é possível detectar alguns problemas e anomalias fetais, bem como determinar a idade gestacional e a data provável do parto.

Reação

Para o vereador de posição Wagner Balieiro (PT), a atual gestão é baseada em ‘muito anúncio e pouca ação’. “Essa questão da fila do ultrassom vem de agosto do ano passado. Se ele quer zerar em abril, ele tem que atender as mães do ano passado e aí ver as [pacientes] deste ano, que ele continua não atendendo. Aliás, a fila da área de oftalmologia aumentou esse ano. Os anúncios não estão de acordo com o que tem ocorrido na realidade”, declara.

“Está faltando é parar de olhar no retrovisor, ficar reclamando do passado e começar a trabalhar. Hoje contínua faltando remédio nos postinhos, fila para as cirurgias, dificuldade para tratamento de câncer, para os atendimentos de visão. Falta para todas as áreas de Saúde”, conclui Balieiro.

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