Secretaria de Saúde de São Sebastião é questionada na Câmara
O vereador de São Sebastião, Professor Gleivison Gaspar (PMDB) que também é presidente da Comissão Parlamentar de Saúde, Educação e Assistência social, apresentou em sessão de Câmara Municipal, três requerimentos solicitando informações sobre assuntos relacionados à Secretaria Municipal de Saúde. O primeiro requerimento solicita informações ao prefeito Ernane Primazzi sobre o serviço da Ouvidoria da Saúde.


Gleivison Gaspar (PMDB)
Divulgação/CMSS
A Secretaria de Saúde de São Sebastião Câmara Municipal, três requerimentos solicitando informações sobre assuntos relacionados à Secretaria Municipal de Saúde. O primeiro requerimento solicita informações ao prefeito Ernane Primazzi sobre o serviço da Ouvidoria da Saúde.
O vereador de São Sebastião, Professor Gleivison Gaspar (PMDB)parlamentar questiona por qual motivo a ouvidoria não publica gráficos de sua atuação, como fazem as ouvidorias como da Anvisa, CGU e INSS. Também solicita que a administração envie à Câmara um relatório das denúncias recebidas pela Ouvidoria, bem como as providências tomadas em cada caso, desde o começo do ano de 2013 até o fim do primeiro semestre de 2014.
“Muitos sebastianenses reclamam de nem sequer receberem qualquer retorno da ouvidoria da saúde. Há verdade nisso? Há algum procedimento de retorno aos denunciantes?”, pergunta.
Samu
Outro requerimento solicita informações sobre atrasos no atendimento do SAMU e sua estrutura atual. Professor Gleivison explica que os moradores do bairro do Canto do Mar, usuários do PSF, relatam a demora no atendimento feito pelo Samu e enviaram um relatório com diversas assinaturas solicitando ajuda.
O vereador questiona se há falta de ambulância para atender a demanda no município e se a quantidade atual é o suficiente para que não haja contratempos. “Quantas ambulâncias o município possui para atendimento do Centro à Costa Norte? E para a Costa Sul? Está sendo suficiente para atender a demanda?”.
Sollus
O último requerimento questiona a restituição dos valores relacionados ao convênio firmado entre a Prefeitura e o Instituto Sollus.
“Diante do voto do Tribunal de Contas à condenação do Instituto Sollus à devolução da totalidade dos recursos municipais recebidos nos exercícios de 2009 e 2010 quais providências estão sendo tomadas para reparar este dano ao erário? O que o Jurídico da Administração está fazendo para recuperar e devolver estes valores aos cofres públicos?”, questiona. O vereador sugere que a recuperação dos valores pagos ao Instituto Sollus pode ser utilizado na obra do Hospital de Boiçucanga.
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