Segundo suspeito de matar policial civil é preso em São José

Câmeras de segurança de um prédio flagraram ele com autor do crime

Escrito por: Felipe Kyoshy2 min de leitura
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A Polícia Civil prendeu na manhã desta quinta-feira (1º) o segundo suspeito por participar na morte do policial civil Alessandro Rodolfo Alvarenga, de 44 anos, que aconteceu no último dia 16 em São José dos Campos. O principal suspeito do crime foi preso no último sábado, em Monteiro Lobato.

A prisão do suspeito acontece um dia depois de a DIG (Delegacia de Investigações Gerais) ter divulgado, nesta quarta-feira (31), em sua página nas redes sociais, imagens de câmeras de segurança do estacionamento de um prédio que mostravam esse segundo suspeito ao lado do autor do crime, momentos antes do crime.

Na postagem, a polícia pedia que quem soubesse quem era o homem que desse informações anônimas, para ajudar nas investigações.

Segundo informações da DIG, em depoimento à polícia o homem confessou ter participado do crime, mas nega ter sido o executor. Ele alegou ter sido enganado pelos outros participantes do crime e, por isso, acabou envolvido.

O crime

O corpo de Alessandro Rodolfo de Alvarenga foi encontrado dentro de um galpão na zona sul de São José no dia 18. Ele teria sido torturado antes da execução com quatro tiros.

Segundo a Polícia Civil, duas mulheres presas no dia em que o corpo foi encontrado confessaram participação no crime.

Elas teriam sido contratadas pelo autor do crime para atrair Alvarenga até um motel da cidade, onde o policial foi dopado. Em seguida, esperaram o homem apontado como autor do crime.

As investigações apontam que o acusado era amigo de Alvarenga e teria contraído um empréstimo de R$ 18 mil da vítima. O policial estaria cobrando o pagamento desse empréstimo, o que teria sido a motivação para o crime.

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Suspeito foi preso nesta quinta-feira em São José

Divulgação/DIG

As mulheres presas foram soltas um dia depois. Segundo o TJ (Tribunal de Justiça do Estado), a liberdade foi decretada porque não se verificou no caso “uma situação de flagrante pelos critérios previstos no Código de Processo Penal”.

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