Sem acordo, greve na Unesp chega ao 47º dia na região

Há mais de 40 dias em greve, professores e servidores dos campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Guaratinguetá e São José dos Campos seguem sem decisão sobre o retorno às atividades. Os trabalhadores reivindicam o aumento, negado no Conselho de Reitores das Universidades Estaduais.

Escrito por: Poliana Casemiro1 min de leitura
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Aviso de greve na unidade de São José dos Campos

Rodrigo Ribeiro/Meon

Professores e servidores dos campus da Unesp (Universidade Estadual Paulista) de Guaratinguetá e São José dos Campos seguem sem decisão sobre o retorno às atividades. A greve da categoria chegou nesta terça-feira (8) ao 47º dia. Os trabalhadores reivindicam o aumento, negado no Conselho de Reitores das Universidades Estaduais.

Em reunião na última quinta-feira (3), o Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais de São Paulo) manteve  congelado os salários. A alegação do conselho é de que os recursos repassados pelo governo não são suficientes para bancar o reajuste.

Paralisação
Na unidade de São José dos Campos, que oferece os cursos de Odontologia e Engenharia Ambiental, 10% do corpo de funcionários estão em greve. A unidade de Guaratinguetá, que oferece cursos de Engenharia, Física e Matemática, também aderiu a greve, mas a direção não soube informar quantos funcionários participam da paralisação.

Por meio de nota, o  Cruesp informa que “o reajuste salarial só poderá entrar em pauta entre os meses de setembro e outubro, com o aumento do ICMS (Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços). Enquanto isso, ele está aberto a demais negociações”.

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