Setor aeronáutico ajuda São José a manter média de exportações

Entre janeiro e setembro deste ano, exportações atingiram US$ 3,1 bilhões

Escrito por: Rodrigo Ribeiro2 min de leitura
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Setor aeronáutico ajuda São José a manter média de exportações

Flavio Pereira/Meon

Entre janeiro e setembro deste ano, São José dos Campos exportou US$ 3.135.629.822 bilhões em produtos, segundo dados publicados pelo Ministério de Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio.

O resultado no acumulado deste ano pouco mudou na comparação com os nove primeiros meses do ano passado, quando a cidade exportou US$ 3.092.914.821, o que representa cerca de 1,3% de aumento.

Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia de São José, as aeronaves e equipamentos aeronáuticos continuam como os principais produtos exportados pela cidade.

As exportações de setembro deste ano atingiram US$ 345 milhões, um aumento de 5% em relação aos US$ 328 milhões em produtos exportados no mesmo mês de 2014 e de 20,5% em relação ao valor total das exportações de agosto deste ano (US$ 286,3 milhões).

De acordo com a pasta, com os números de setembro, pelo quarto mês consecutivo os resultados de 2015 superam os do ano passado. Em agosto, foi registrado um crescimento de 24%.

Em julho, o aumento foi superior a 45% e em junho, melhor mês do ano até o momento com quase US$ 577 milhões em produtos enviados para o exterior, o valor cresceu 17% em relação a junho de 2014.

Importações
Já as importações de São José em setembro atingiram quase US$ 293 milhões, deixando o saldo da balança comercial em US$ 52,2 milhões. Com mais de US$ 2,1 bilhões, os Estados Unidos respondem por mais de 68% do total exportado pela cidade entre janeiro e setembro deste ano.

Embraer
Uma das responsáveis pelas exportações joseenses, a Embraer divulgou nesta quarta-feira (14), suas perspectivas de mercado para a Europa e a CEI (Comunidade dos Estados Independentes). A empresa prevê que estes mercados vão demandar 1.540 novas entregas de jatos no segmento de 70 a 130 assentos (no valor de aproximadamente US$ 72 bilhões, a preços de lista) ao longo dos próximos 20 anos.

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