Setor automobilístico puxa queda de 4,7% nas vendas no comércio varejista em Taubaté

As vendas no comércio varejista da região de Taubaté registraram um faturamento de R$ 1,739 milhão em junho deste ano -queda de 4,7% na comparação com o mesmo mês em 2013. Os números são da PCCV (Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista), apresentada mensalmente pela Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) e pela Sefaz (Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo).

Escrito por: Rodrigo Ribeiro2 min de leitura
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Setor automobilístico alavanca queda de 4,7% nas vendas em Taubaté (Divulgação/Sincovat)

Setor automobilístico alavanca queda de 4,7% nas vendas em Taubaté

Divulgação/Sincovat

As vendas no comércio varejista da região de Taubaté registraram um faturamento de R$ 1,739 milhão em junho deste ano -queda de 4,7% na comparação com o mesmo mês em 2013. Os números são da PCCV (Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista), apresentada mensalmente pela Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) e pela Sefaz (Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo).

A maior queda no resultado de junho veio do setor de concessionárias de veículos, com faturamento de R$ 213,8 milhões, 23,6% menor em relação ao mesmo mês de 2013. No lado positivo, a maior alta, de 8,6%, foi registrado nas lojas de departamentos, com receita de R$ 60 milhões.

Outras receitas
Os supermercados alcançaram mais uma vez o maior faturamento da região -R$ 539,1 milhões, seguidos de outras atividades, que incluem os postos de combustíveis que somaram R$ 427,8 milhões.

A receita das lojas de vestuário, tecidos e calçados foi de R$ 144,3 milhões, materiais de construção, R$ 135,4 milhões, farmácias e perfumarias, R$ 122,2 milhões, lojas de eletrodomésticos e eletrônicos, R$ 54,2 milhões, autopeças e acessórios, R$ 25,3 milhões.

A pesquisa
O levantamento não é uma pesquisa por amostragem, mas se reflete o faturamento efetivo do varejo segundo informações da Sefaz. Segundo economistas da Fecomercio-SP, a gradativa e sistemática deterioração nos índices de desempenho varejista no Estado de São Paulo é consequência direta da insegurança e instabilidade geradas pelos principais indicadores econômicos, que claramente contaminam a confiança dos consumidores.

A pesquisa utiliza dados da receita mensal informada pelas empresas varejistas ao governo paulista por meio de um convênio de cooperação técnica firmado entre a Sefaz e a Fecomercio-SP.

As informações, segmentadas em 16 Delegacias Regionais Tributárias da Secretaria, englobam setores como autopeças e acessórios, concessionárias de veículos, farmácias e perfumarias, lojas de departamentos, lojas de eletrodomésticos e eletrônicos, lojas de móveis e decoração, lojas de vestuário, tecidos e calçados, materiais de construção, supermercados e outras).

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