Sindicalistas reúnem ao menos 500 pessoas em ato no centro de São José
Pelo menos 500 pessoas participaram da passeata que aconteceu no centro de São José dos Campos, em razão da Greve Geral, nesta sexta-feira (14). O ato começou por volta das 12h15 e teve a adesão de sindicatos dos professores, Correios, metalúrgicos, trabalhadores de hotéis, químicos e movimentos sociais. Os participantes se reuniram em frente ao […]
















Pelo menos 500 pessoas participaram da passeata que aconteceu no centro de São José dos Campos, em razão da Greve Geral, nesta sexta-feira (14). O ato começou por volta das 12h15 e teve a adesão de sindicatos dos professores, Correios, metalúrgicos, trabalhadores de hotéis, químicos e movimentos sociais.
Os participantes se reuniram em frente ao prédio da Antiga Câmara Municipal, na Praça Afonso Pena, onde organizaram o percurso da manifestação. A passeata foi pacífica e percorreu a Rua Quinze de Novembro, contornando a Rodoviária Velha e retornando para a Praça Afonso Pena.
De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos, 1,5 mil pessoas participaram do ato. Com cartazes e bandeiras, os manifestantes diziam palavras de ordem como “Ele não!” e “Não é mole não, tem dinheiro para milícia, mas não tem para a educação!”.
Ana Caroline da Silva, de 20 anos, é estudante de serviço social estava no ato e destacou a importância da manifestação. “Eu acho que a gente não pode ficar só na teoria, a gente tem que vir para a prática, lutar todos juntos. Temos que lutar todos juntos, pelos direitos e de forma coletiva para o nosso país ir para frente”.
A Greve Geral acontece em todo o país e é contra a Reforma da Previdência, em defesa da Educação e pelo Emprego. Por isso, a educadora de escola pública Silvia Leite de Oliveira, de 49 anos, aderiu ao movimento.
“Eu sou totalmente contra a Reforma e estou aqui também por que estou muito insatisfeita em relação à educação, sobre algumas coisas que o ministro tem falado, nos acusando de algumas coisas, e por isso eu vim para dar uma resposta mesmo”, disse.
Serviços paralisados em São José
O transporte público opera apenas com 30% da frota, composta por 388 ônibus. De acordo com as empresas, os veículos que estão ciruclando são das três operadoras que funcionam na cidade: Expresso Maringá do Vale, Saens Pena e CS Brasil. Além disso, cerca de 12 agências bancárias da região central da cidade também não estão funcionando nesta sexta-feira. Parte dos trabalhadores da coleta de lixo e dos correiros também aderiram à greve.
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