Sindicato aprova greve na Embraer e pede readmissão de funcionários

A montadora informou que outros 1.600 funcionários aderiram ao PDV

Escrito por: Meon Redação1 min de leitura
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Após assembleia convocada pelo Sindicato dos Metalúrgicos, os trabalhadores da Embraer aprovaram o estado de greve contra as 900 demissões anunciadas pela empresa nesta quinta-feira (3).

De acordo com o Sindicato, a montadora brasileira fica proibida de concluir os cortes dos trabalhadores, já que a legislação brasileira proíbe demissão de grevistas. “A decisão já foi tomada pelos trabalhadores e será apresentada à Embraer. A deflagração da greve é um grande passo na luta em defesa dos empregos”, afirma o diretor do Sindicato dos Metalúrgicos, Herbert Claros.

A Embraer anunciou a demissão de 900 trabalhadores, além de 1.600 demitidos através de três PDVs (Programa de Demissão Voluntária). A empresa não detalhou quantos funcionários demitidos são da Sede de São José dos Campos.

Durante a assembleia, os trabalhadores aprovaram a proposta de criação de teto salarial. A ideia é que sejam equalizados os altos salários de executivos e que o teto passe a ser de R$ 50 mil.

Em nota, a montadora não reconhece a paralisação “a Embraer não reconhece a paralisação alegada pelo sindicato e afirma que as operações continuam normalmente. Os funcionários continuam trabalhando, tanto nas fábricas como em home office”.

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