Suspeito de feminicídio em Guaratinguetá é preso no Ceará após fugir de São Paulo
Homem de 27 anos foi localizado em uma pousada e tentou enganar policiais usando identidade falsa

Um homem de 27 anos, suspeito de matar a companheira, Viviane Maria da Silva Vicente, de 24 anos, em Guaratinguetá, foi preso nesta quinta-feira (25) no município de Iracema, no interior do Ceará. Contra ele havia um mandado de prisão temporária expedido pela Justiça de São Paulo pelo crime ocorrido na última terça-feira (23).
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De acordo com a Polícia Militar do Ceará, equipes receberam informações de que o suspeito estava hospedado em uma pousada no bairro Beira Rio. Durante a abordagem, ele apresentou um documento de identidade falso, utilizando os dados de um familiar na tentativa de esconder sua verdadeira identidade.
Após consulta aos sistemas de segurança pública e verificação das informações, os policiais constataram que o homem era foragido da Justiça paulista por suspeita de feminicídio. Ele foi encaminhado à Delegacia Municipal de Polícia Civil de Iracema, onde o mandado de prisão temporária foi cumprido.
Segundo o tenente-coronel Segisnaldo, a prisão foi resultado da integração entre as forças de segurança dos dois estados.
“Essa prisão demonstra a eficiência da troca de informações entre os órgãos de segurança pública e a pronta resposta da Polícia Militar do Ceará. Seguiremos atuando de forma integrada para localizar e capturar indivíduos procurados pela Justiça, contribuindo para a responsabilização criminal e para a proteção da sociedade”, afirmou o oficial.
Crime
Viviane Maria da Silva Vicente foi encontrada morta dentro da casa onde morava com o companheiro e os dois filhos, em Guaratinguetá, na última terça-feira (23).
Segundo o boletim de ocorrência, familiares estranharam o desaparecimento da jovem após ela não comparecer ao trabalho, deixar de atender ligações e não buscar os filhos na escola. Preocupados, foram até a residência e encontraram a vítima caída em um dos cômodos, parcialmente coberta por um tapete.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas apenas constatou o óbito.
A causa da morte ainda será determinada pelo laudo do Instituto Médico Legal (IML). No entanto, a vítima apresentava marcas e sinais de agressão pelo corpo, indicando que sofreu violência física antes de morrer.
O caso segue sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo.
Foto: PMCE/ Divulgação
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