Taubaté: passarela pode ser substituída por passagem subterrânea
O aposentado José Santos, de 72 anos, tem dificuldade para subir a passarela Warley Leite/Meon Uma passagem subterrânea para os pedestres pode substituir uma passarela sob linha férrea, no centro de Taubaté, próximo à Rodoviária Velha. Coincidentemente, a empresa que administra a ferrovia, MRS Logística, e um vereador da cidade apresentaram um projeto com o […]


O aposentado José Santos, de 72 anos, tem dificuldade para subir a passarela
Warley Leite/Meon
Uma passagem subterrânea para os pedestres pode substituir uma passarela sob linha férrea, no centro de Taubaté, próximo à Rodoviária Velha. Coincidentemente, a empresa que administra a ferrovia, MRS Logística, e um vereador da cidade apresentaram um projeto com o mesmo intuito à secretaria de Mobilidade e Planejamento Urbano.
Os problemas envolvendo a passarela é uma discussão antiga no município, que envolve a MRS, responsável pela linha férrea, e o poder executivo. O projeto divide opiniões entre as pessoas que passam pela região.
Para a cozinheira, Inês dos Santos, a passagem subterrânea aumentaria os assaltos, e se o ao invés das pessoas, o trem que passasse por baixo da terra, seria melhor. Já Gabrielle Santos, auxiliar de cozinha, pensa diferente. “Acho que daria certo sim, porque a noite, sempre fica alguém lá em cima da ponte para assaltar as pessoas. De qualquer forma, nada é pior do que esta ponte”, disse ela.
Segundo a MRS, o projeto foi apresentado na semana passada e agora será encaminhado à prefeitura. Assim, o executivo vai poder iniciar o processo para requerer recursos junto ao Governo Federal, para a execução das obras. “Este é um modelo que adotamos em diversas outras cidades, como Juiz de Fora e Belo Horizonte, por exemplo, e que tem trazido ótimos resultados para a comunidade”, disse Marcelo Kanhan, assessor de imprensa da MRS.
O vereador Nunes Coelho (PRB), também apresentou um projeto parecido. Segundo o parlamentar, a passarela é esteticamente feia e não é adequada para a travessia, principalmente para idosos e deficientes. “Todo o projeto é torneado sob as premissas da acessibilidade, o que a passagem atual não oferece”, disse ele.
“Eu subo quando precisa, mas com muita dificuldade, eu vou devagarinho. A passagem ia ser ótimo, ia facilitar nossa vida”, disse José Santos, de 72 anos, aposentado.










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