Taubaté vai limitar número de alunos por sala de aula, a partir de 2016

Proposta de Ortiz Junior é limitar a quantidade de alunos por classe

Escrito por: Moisés Rosa2 min de leitura
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Proposta de Ortiz Junior é limitar a quantidade de alunos por classe

Flávio Pereira/Meon

O prefeito Ortiz Junior (PSDB), de Taubaté, quer limitar a quantidade de alunos nas salas de aula da rede municipal, a partir do próximo ano. Em projeto encaminhado para a Câmara de Taubaté, aprovado na última quarta-feira (22), a prefeitura estipula a capacidade máxima de estudantes por classe. Agora, o projeto precisa ser sacionado pelo prefeito.

De acordo com a proposta, a educação infantil e os dois primeiros anos do ensino fundamental vão ter 20 alunos por sala. Nos demais anos do ensino fundamental, serão 25 alunos. Já para o ensino médio, 35 alunos por classe.

“É importante esclarecer que em termos médio a Secretaria de Educação já vem atingindo o patamar sugerido, isso se deve às melhorias no sistema de ensino municipal, atribuídas à sustentabilidade das políticas de equidade adotada pelo Executivo”, afirma o prefeito Ortiz Junior, por meio de sua assessoria.

Índices
Em 2012, a educação infantil tinha média de 23,33 alunos por sala. Em 2014, a média de alunos caiu para 21,6. No ensino fundamental, a média, em 2012, era de 28,98 alunos por sala e, em 2014, esta média caiu para 27,24 estudantes por classe.

Segundo a vereadora Pollyana Gama (PPS), presidente da Comissão de Educação na Câmara, a meta para a adequação de alunos por sala está sendo implementada pelos professores e diretores.

“Vejo um grande esforço do Legislativo e Executivo para se chegar a um ambiente mais saudável para os alunos”, avalia a vereadora.

Idêntico
Um outro projeto para limitar o número de estudantes por sala de aula já tinha sido apresentado em 2012, pelo vereador Jeferson Campos (PV). Na época, o projeto foi barrado pelo Jurídico, por ser considerado vício de iniciativa.

Mesmo sem a aprovação do seu projeto, o parlamentar afirma que está satisfeito com a aceitação da proposta pelo Executivo. “Nós pautamos o Executivo. Isso é tão importante que, por exemplo, nesta greve dos professores do Estado, uma das pautas é estabelecer o número máximo de alunos em sala de aula. Fizemos um marco na educação de Taubaté”, classifica Campos.

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