São Paulo rescinde contrato e cobra R$ 1 milhão de empresa de Taubaté

São Paulo rescindiu contrato com empresa de limpeza de Taubaté após auditoria apontar falhas na prestação de serviços e acionou a Justiça para cobrar valores.

Escrito por: Meon Redação2 min de leitura
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O São Paulo Futebol Clube rescindiu o contrato com uma empresa de Taubaté responsável pelos serviços de limpeza e entrou na Justiça cobrando cerca de R$ 1 milhão, após uma auditoria interna apontar falhas graves na prestação dos serviços.

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Segundo o clube, a empresa descumpriu cláusulas contratuais ao fornecer menos funcionários do que o previsto, sem reduzir os valores cobrados mensalmente.

Faltas acima do permitido

De acordo com a apuração, o contrato previa a atuação de 96 trabalhadores por dia. No entanto, a auditoria identificou entre 1,3 mil e 1,5 mil faltas mensais desde setembro de 2024, número muito superior ao limite de 60 ausências por mês estabelecido em contrato.

Mesmo com a redução da mão de obra, os valores pagos pelo clube teriam sido mantidos integralmente.

Tentativas de acordo

Antes da rescisão, o São Paulo informou que tentou resolver a situação por meio de reuniões e notificações extrajudiciais, mas não houve acordo entre as partes. Diante disso, o clube optou pela rescisão por justa causa.

Valores cobrados na Justiça

Na ação judicial, o São Paulo cobra R$ 615,4 mil por descumprimento contratual e mais R$ 2 milhões referentes a valores pagos acima do serviço efetivamente prestado.

Do montante, o clube desconta cerca de R$ 1,6 milhão relacionados a serviços recentes ainda não quitados, o que resulta em uma cobrança final de aproximadamente R$ 1 milhão.

Posicionamento da empresa

A empresa de limpeza nega irregularidades. Em resposta, afirmou que houve ajustes no contrato com aval interno do clube, incluindo investimentos em equipamentos para compensar a falta de mão de obra, além de dificuldades operacionais e financeiras.

Revisão de contratos

O contrato havia sido firmado no fim de 2024, com validade até 2027, e previa pagamento mensal de cerca de R$ 570 mil. O caso integra uma revisão mais ampla de contratos terceirizados conduzida pelo São Paulo, após a identificação de problemas em diferentes serviços.

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