Universidade aposta em armadilha ecológica contra a dengue em Taubaté
Dispositivo é simples e barato, feito com garrafas pet


Dispositivo é feito de garrafa pet e custa 25 centavos
Leonardo Vilela/Unitau
A Unitau (Universidade de Taubaté) irá lançar um projeto de combate à dengue para o próximo ano. A aposta é em um dispositivo desenvolvido pelo biólogo Dalton Tavares, do Instituto Entenda.
O projeto é baseado em uma armadilha ecológica, criada com garrafas pet. Ela captura larvas de mosquito e deixa os insetos presos, evitando a disseminação da dengue pelos bairros da cidade.
“Vemos que há quase 20 anos o mosquito se prolifera e muitas campanhas não dão certo. Essa técnica que nós desenvolvemos, simples e inovadora, é mais eficaz para erradicar a dengue”, afirma o biólogo.
O objetivo da campanha é que cada morador possa confeccionar sua própria armadilha ecológica, por ser um dispositivo simples e barato, custando 25 centavos. A universidade será responsável por divulgar o novo método de combate à larva do mosquito em escolas e comunidades, a partir do próximo ano letivo.
Além da prevenção da doença, o projeto tem como base a sustentabilidade, estimulando a reciclagem de materiais, no caso as garrafas pet, e também o caráter educacional, estimulando as crianças a colaborarem na produção das armadilhas.
“A universidade tem como obrigação social estar trabalhando junto com todos os projetos que têm como objetivo a melhoria da qualidade de vida da população”, disse o Reitor da Unitau, Prof. Dr. José Rui Camargo.
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