Vendas de automóveis oscilam em 2014 na RMVale

Em janeiro, alguns veículos 0km estavam com o IPI reduzido Divulgação O mês de janeiro registrou um aumento de 1,57% nas vendas de automóveis, se comparado ao mesmo período do ano passado, já a primeira metade de fevereiro teve queda. Concessionárias de Taubaté e São José dos Campos, confirmam os números. A informação é da […]

Escrito por: Rodrigo Ribeiro2 min de leitura
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Em janeiro, alguns veículos 0km estavam com o IPI reduzido

Divulgação

O mês de janeiro registrou um aumento de 1,57% nas vendas de automóveis, se comparado ao mesmo período do ano passado, já a primeira metade de fevereiro teve queda. Concessionárias de Taubaté e São José dos Campos, confirmam os números. A informação é da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

Após terminar o ano passado com queda nas vendas, quando Taubaté, por exemplo, registrou 13,87% de redução em novembro, o início do ano está sendo positivo para uma concessionária da Volkswagen na cidade. “Estamos vendendo, a venda de carros Okm caiu, mas a de usados dobrou”, disse a supervisora de vendas da loja, Márcia Rainha.

Ainda segundo a supervisora, historicamente o mês de fevereiro é fraco para o mercado. E devido ao lançamento do Volkswagen Up, a montadora dobrou a meta para fevereiro, se comparado a janeiro.

Em São José, onde também houve queda no fim do ano passado, o primeiro mês de 2014 foi bom, mas até o momento, fevereiro apresenta números negativos. “Em janeiro, ainda tínhamos carros com nota fiscal do ano passado, com o IPI reduzido, mas em janeiro o fluxo de clientes está muito baixo”, disse Edson Castilho, gerente de uma concessionária da Chevrolet.

Segundo Castilho, a diferença de preço dos carros de janeiro para fevereiro, está em torno de R$ 3 mil e diferente da Volks, a concessionária diminuiu a meta de vendas em quase 30%. Ele afirma que o mercado ficou saturado e os valores dos automóveis subiram.

O momento desfavorável para o setor pode causar uma revisão na previsão do PIB (Produto Interno Bruto), já que para o governo, o setor é um dos mais importantes da economia, por envolver uma extensa cadeia produtiva.

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