Vereador cobra uso de verba devolvida no PS de Guará
A Câmara de Guaratinguetá devolveu aos cofres públicos de Guaratinguetá, no dia 13 de dezembro de 2013, um cheque no valor de R$ 2,4 milhões, resultado da economia feita pelos vereadores no mesmo ano. Um acordo feito com o feito com o Ministério Público, prefeitura e câmara indicava que o valor deveria ser aplicado em melhorias do Pronto Socorro da cidade, mas após seis meses nada foi feito.

A Câmara de Guaratinguetá devolveu aos cofres públicos de Guaratinguetá, no dia 13 de dezembro de 2013, um cheque no valor de R$ 2,4 milhões, resultado da economia feita pelos vereadores no mesmo ano. Um acordo feito com o feito com o Ministério Público, prefeitura e câmara indicava que o valor deveria ser aplicado em melhorias do Pronto Socorro da cidade, mas após seis meses nada foi feito.
De acordo com o vereador João Pita Canettieri (PSB) reclamações sobre o PS e cobranças para que presidente da câmara Marcelo Meirelles (PSDB) insista -junto à prefeitura- que o dinheiro seja aplicado com agilidade não param de chegar. “O gargalo da saúde é o Pronto Socorro, onde tem um estrangulamento do atendimento. Sabemos das dificuldades em Guaratinguetá e quanto antes esse dinheiro for utilizado, melhor para a população”.
O parlamentar comenta que, há duas semanas, uma reunião entre a câmara e o secretário de Saúde Edson Riccomi tratou sobre os rumos da verba que foi devolvida. “Até agora nenhuma parte do recurso foi utilizado e há ainda uma emenda parlamentar que chegou de um deputado da região no valor de R$ 500 mil. Acredito que esse montante é o suficiente para construir um novo PS, que seria e melhor saída”.
O secretário da Saúde argumenta que no final do ano passado e início de 2014 uma notificação em relação às portarias do Ministério da Saúde para a constituição do PS, exigiu que este esteja instalado dentro de uma unidade hospitalar. “Já estávamos escolhendo um terreno para a construção de uma unidade independente, mas essa nova determinação acabou mudando os planos do prefeito, e agora temos que nos adequar a esta situação”.
Riccomi salienta que foram abertas negociações com os hospitais sobre a legalidade de terrenos, espaços cedidos e valores de aluguéis. “Devido a essas modificações há estudos para definir se continua na Santa Casa ou vai para Frei Galvão, acredito que nos próximos vinte dias teremos uma definição”.
O secretário ressaltou que o dinheiro foi depositado em uma conta poupança e nenhuma quantia foi retirada.
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