Vice-presidente da Fifa é multado por ‘má conduta’ em investigação
A Fifa anunciou nesta sexta-feira uma multa de 25 mil francos suíços (US$ 25 mil dólares) e uma advertência ao seu vice-presidente Angel Maria Villar, da Espanha, por má conduta durante as investigações a respeito da escolha das sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022. De acordo com o Comitê de Ética, o dirigente “não se comportou de acordo com…

A Fifa anunciou nesta sexta-feira uma multa de 25 mil francos suíços (US$ 25 mil dólares) e uma advertência ao seu vice-presidente Angel Maria Villar, da Espanha, por má conduta durante as investigações a respeito da escolha das sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022. De acordo com o Comitê de Ética, o dirigente “não se comportou de acordo com as normas gerais de conduta”.
Inicialmente, Villar, que preside a Real Federação Espanhola e é “número 2” da Uefa, se negou a cooperar com as investigações de Michael Garcia, advogado norte-americano contratado pela Fifa para comandar uma apuração independente sobre a escolha das sedes das próximas Copas. Depois, ele agiu para tentar expulsar Garcia do caso.
A punição a Garcia poderia ser mais dura, mas o juiz de ética da Fifa, Joachim Eckert, entendeu que Villar depois demonstrou vontade de cooperar. O espanhol é suspeito de orquestrar um pacto declarado para que Espanha e Portugal, que tinham candidatura conjunta pelo Mundial de 2018, trocassem apoio com o Catar, que acabou escolhido como sede da Copa de 2022.
Também os executivos congoleses Jean Guy Mayolas e Badji Wantete foram punidos pela Fifa nesta sexta-feira, recebendo ambos uma suspensão de seis meses por má conduta durante o mais recente congresso da entidade, em maio. Ambos ofereceram e receberam presentes e outros benefícios, de acordo com o Comitê de Ética.
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