Volkswagem retoma as atividades de produção em único turno em Taubaté após paralisação pelo coronavírus
A Volkswagen de Taubaté retomou a produção nesta segunda-feira (1º). Cerca de 1.600 funcionários voltaram às atividades em um único turno após dois meses de paralisação devido à pandemia da covid-19. De acordo com a fábrica, a retomada será de forma gradual, empresa estabeleceu regras e medidas claras para todos visando proteger a saúde para […]


A Volkswagen de Taubaté retomou a produção nesta segunda-feira (1º). Cerca de 1.600 funcionários voltaram às atividades em um único turno após dois meses de paralisação devido à pandemia da covid-19.
De acordo com a fábrica, a retomada será de forma gradual, empresa estabeleceu regras e medidas claras para todos visando proteger a saúde para proteger os funcionários e adotou novos protocolos de higiene e segurança. Os empregados pertencentes ao grupo de risco continuam em casa em layoff.
As principais medidas seguidas pela VW são:
• todas as instalações estão preparadas com sinalização e orientações de segurança e higiene como, por exemplo, limitadores de distância nas portarias de entrada e coletoras de ponto;
• obrigação de usar máscaras para a boca e o nariz – a VW já providenciou 67 mil máscaras de tecido do projeto Costurando o Futuro, iniciativa da Fundação Grupo VW;
• limpeza periódica das dependências das fábricas e escritórios e reforço na desinfecção dos ambientes;
• medição de temperatura antes de ingressar no ônibus fretado e na fábrica;
• aumento do número de ônibus fretado para garantir o distanciamento das pessoas; nos refeitórios uso de luvas para servir-se e demarcação de assentos;
• postos avançados de atendimento médico dentro das fábricas – 8 em Taubaté para orientação, triagem e atendimento mais rápido de todos.
Além disso, a empresa criou uma cartilha digital para os funcionários com as mudanças que cobrem mais de 80 itens.
De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté, o layoff começou no dia 25 de maio com validade para dois a cinco meses. Com isso, 1.300 trabalhadores continuam com o contrato de trabalho temporariamente suspenso, mantendo uma remuneração de cerca de 95% do salário líquido.
Os funcionários em layoff devem participar de um curso de qualificação online oferecido pela empresa, com duração de 60 horas semanais. A suspensão dos contratos busca preservar empregos, mas também tem como objetivo resguardar a saúde dos trabalhadores.
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