‘Zorba’, uma força da natureza, no Telecine Cult
Duas vezes vencedor do Oscar de melhor coadjuvante – por Viva Zapata!, de Elia Kazan, em 1952, e Sede de Viver, de Vincente Minnelli, 1956 -, Anthony Quinn foi um ator norte-americano de ascendência mexicana. Nasceu em Chihuahua, em 1915, morreu em Boston, 2001. Filmou na Itália, com Federico Fellini (Estrada da Vida), na Grécia, com Michael…

Duas vezes vencedor do Oscar de melhor coadjuvante – por Viva Zapata!, de Elia Kazan, em 1952, e Sede de Viver, de Vincente Minnelli, 1956 -, Anthony Quinn foi um ator norte-americano de ascendência mexicana. Nasceu em Chihuahua, em 1915, morreu em Boston, 2001. Filmou na Itália, com Federico Fellini (Estrada da Vida), na Grécia, com Michael Cacoyannis (Zorba, o Grego), até no Brasil, com Ricardo Bravo (Oriundi).
Pelo Cacoyannis concorreu ao Oscar de melhor ator de 1964, mas era o ano de My Fair Lady e Rex Harrison levou o prêmio da categoria. Nem por isso Zorba passou em branco na premiação da Academia. Venceu os Oscars de melhor atriz coadjuvante (Lila Kedrova), direção de arte e fotografia em preto e branco, um trabalho extraordinário de Walter Lassally.
Zorba, o Grego é a atração do Telecine Cult, hoje, às 22h. Baseia-se no livro de Nikos Kazantzakis. Mostra esse homem que é uma força da natureza. Zorba vive e ama com intensidade. Não é bem o modelo em que o reprimido intelectual inglês Alan Bates possa se inspirar. Mas, sim, ele tomará lições de vida com Quinn e até amará a viúva Irene Papas. Quinn é excepcional, e o filme tem seus momentos. Termina e o espectador segue com a trilha de Mikis Theodorakis na cabeça.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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