FCCR vai reformar Cine Teatro Benedito Alves em São José

Há quase 15 anos fechado, o Cine Teatro Benedito Alves de São José dos Campos vai ser reformado. A FCCR (Fundação Cultural Cassiano Ricardo) anunciou que contratou por R$ 120 mil a Pauliceia Arquitetura, Restauro e Projetos Culturais para fazer o projeto de restauro do prédio.

Escrito por: Renan Simão2 min de leitura
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Projeto do cine teatro tem quatro meses para ser entregue à fundação

Divulgação/PMSJC

Há quase 15 anos fechado, o Cine Teatro Benedito Alves de São José dos Campos vai ser reformado. A FCCR (Fundação Cultural Cassiano Ricardo) anunciou que contratou por R$ 120 mil a Pauliceia Arquitetura, Restauro e Projetos Culturais para fazer o projeto de restauro do prédio.

“Espero ter condições de iniciar as obras ainda esse ano”, afirma o presidente da FCCR, Alcemir Palma. Pela proposta, o Cine Teatro, com capacidade para 200 pessoas, vai exibir sessões de cinema com projeções em 35 mm e apresentações de teatro.

A Pauliceia Arquitetura vai entregar à FCCR o projeto de restauro nos próximos quatro meses, com a previsão de gasto para reforma da fachada, dos assentos, do palco e do balcão suspenso -original do público de teatro. De acordo com Palma, deve ser criada, ainda, uma área em anexo com sala bomboniere e camarins.

“É obrigação do Estado preservar este espaço que exerce papel fundamental na cultura alternativa da cidade”, diz o presidente. O Cine Teatro é tombado pelo Comphac (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Artístico, Paisagístico e Cultural) desde 2011 na categoria EP-2 (Elemento de Preservação 2), que preserva fachadas e volumetria, mas permite modificação interna.

Histórico
O Cine Teatro Benedito Alves da Silva fica na avenida São José, 935, no Centro, e foi nomeado patrimônio do município em 2003, por meio de permuta com a Mitra Diocesana. Responsável pelo Cine Teatro desde 2007, a Fundação Cultural tem o projeto como um dos pilares das ações para 2014.

O espaço já foi cogitado para ser administrado pela iniciativa privada por meio do Ipplan (Instituto de Pesquisa, Administração e Planejamento), mas a prefeitura engavetou a proposta em abril de 2013.

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