
Cama ensopada de sangue, partes de corpo espalhadas: defensora conta o que viu
A defensora pública Maria Júlia Miranda, do Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria do Rio, esteve no Jacarezinho, zona norte da cidade, pouco depois da matança desta quinta-feira, 6. Logo de cara, deparou-se com becos e casas repletos de sangue. Operação policial com maior número de mortos na História do Estado, a incursão que vem sendo…