Sánchez diz que Santos precisa melhorar contra Corinthians para ir à final
O Santos vai encarar nas semifinais do Campeonato Paulista um rival que encarou duas vezes na temporada, com dois empates. O time ficou no 1 a 1 com o Corinthians em um amistoso e não saiu do 0 a 0 no compromisso da primeira fase do Campeonato Paulista. Agora, então, os rivais voltarão a se encontrar por uma vaga na decisão do Estadual, com o…

O Santos vai encarar nas semifinais do Campeonato Paulista um rival que encarou duas vezes na temporada, com dois empates. O time ficou no 1 a 1 com o Corinthians em um amistoso e não saiu do 0 a 0 no compromisso da primeira fase do Campeonato Paulista. Agora, então, os rivais voltarão a se encontrar por uma vaga na decisão do Estadual, com o meio-campista uruguaio Carlos Sánchez apontando que o time precisará subir o seu nível, pois, na sua avaliação, não se saiu bem nos últimos clássicos.
“Dá para analisar o que fizemos nesses dois jogos. Sabemos que não conseguimos jogar bem lá, sabemos que temos de melhorar. Mas estamos tranquilos, é outra fase, mata-mata. Temos de estar concentrados, sabendo que podemos fazer um grande jogo para passar. Temos o objetivo de jogar bem, representar bem o Santos e passar à final”, afirmou, em entrevista coletiva nesta quinta-feira no CT Rei Pelé.
Os clássicos também reeditarão o confronto entre os técnicos Jorge Sampaoli e Fábio Carille, sendo que o comandante corintiano declarou após o Corinthians avançar às semifinais do Paulistão nos pênaltis que o Santos se classificou apenas por aproveitar falhas do Red Bull Brasil no jogo de ida das quartas de final, vencido por 2 a 0 – o segundo confronto terminou 0 a 0.
Sánchez evitou responder diretamente a Carille e também pediu para os seus companheiros manterem o foco apenas no duelo dentro de campo, para que o time não se desconcentre na busca pelo objetivo de avançar à final do Paulistão.
“Cada um comenta da sua equipe ou do rival para tirar o proveito. Nós sabemos o que podemos fazer”, disse o meio-campista uruguaio. “Temos que nos focar muito para o rival não se sentir cômodo”, acrescentou Sánchez.
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