A Bula de todos nós com Felipe Cury
Bula é muito mais de quem as lê, do que de quem as escreve

O PENSAMENTO: “O homem gosta de contabilizar os problemas, mas não conta as alegrias” – Fiódor Dostoiévski*
O FATO: Eu era jovem (e ainda sou) lá em Soledade e, num Parque de Diversões, humilde e sem recursos, ouvi no precário auto falante uma música que se tornou inesquecível para mim. Era um cantor em início de carreira, que iria se chamar MOACY FRANCO. Em seus versos apaixonados ele me comoveu cantando: “Não, não posso parar; se eu paro eu penso; se eu penso, eu choro.”**
Agora, no nascer de 2024, fui assaltado por uma grande dúvida: “-paro com as BULAS ou vou em frente”?!
Cheguei a redigir uma BULA-DESPEDIDA, justificando minha fuga.
Muito infelizmente estou sem gás para dar continuidade. Tenho muito a agradecer, a tantos que me apoiaram com estimulante incentivo. Meus familiares, com palavras solidárias, prestação de serviços de diagramação, expedição e contatos. Agradeço à Regina Laranjeira, Ideóloga do MEON, que sacrificou seu escritório de Advocacia, um dos maiores e melhores da Região, para desenvolver o jornalismo em nossa terra. Fez isso com talento e por idealismo. Aplaudo e agradeço ao Humberto Banys Neto, que faz dupla forte com Esron Vallenniche na edição do LIFE INFORMA, maior divulgador das excelências do desenvolvimento dos mais modernos bairros de SJC.
Ao Amigo Will meu abastecedor de livros e de esperança.
Torna-me mister enaltecer a figura inefável de Flávio Alvin, meu incentivador contumaz. Quando editei meu primeiro livro (SOB LUZES) encareci- lhe a honra de fazer o Prefácio da obra. O PREFÁCIO, saiu melhor que o PREFACIADO.
Enfim, eu gostaria de me dirigir a todos os Amigos dos fantásticos Grupos de “WhatsApp” a que pertenço. Principalmente àqueles que me correspondiam elogiando as crônicas, me estimulando a prosseguir. São bondosos de fato e Amigos para sempre.
Que o fraternal amor continue conosco à frente, e os “desenganos vão ficando para trás”.
Antes da expedição comuniquei à Léa e à Flávia a minha conturbada e tresloucada decisão – “Acabar de vez com as BULAS”. Aí prevaleceu a força familiar: NUNCA!!!
Voltei atrás e aqui comento nosso reencontro. Estou Feliz, porque “… não posso parar; se eu paro eu penso; se eu penso, eu choro”.
*Fiódor Mikhailovitch Dostoiévski – Moscou, 11 de novembro de 1821 – São Petersburgo, 9 de fevereiro de 1881
** Moacyr Franco – 5 de outubro de 1936 – Mundo Maluco.
