A negligência dos agentes educacionais no acolhimento das crianças e adolescentes com o Transtorno de Espectro Autista
Confira mais um texto participante do Meon Jovem

Na série “Atípico”, transmitida pela plataforma Netflix, pode-se ver a dificuldade da inclusão de pessoas com TEA (Transtorno de Espectro Autista) na escola como um tema muito abordado, os desafios enfrentados pelo protagonista Sam Gardner, um adolescente diagnosticado com TEA que busca por independência, porém os pais e os agentes educacionais não têm um preparo adequado para atender as necessidades requisitadas pelo jovem. Diante dessas informações é possível observar uma semelhança com as escolas atuais do Brasil, a falta de profissionais adequados ou a precarização do preparo deles.
Em primeira análise, é válido comentar ocorridos como a negligência das pessoas com autismo nas salas de aula, tal como não ter a devida atenção e apoio para esses alunos, podendo assim tornar extremamente difícil a socialização dos estudantes com TEA para os demais alunos e colegas de classe. Pode-se assim afirmar a importância da inclusão de pessoas com TEA nas salas de aulas, dar a criança o apoio à socialização e a convivência diante a sociedade.
Ademais, é extremamente importante que as instituições de educação procurem profissionais qualificados para o suporte das pessoas com TEA, pode-se observar inúmeras situações ocorridas no Brasil de profissionais que maltratam os alunos por não saberem como lidar corretamente com as crianças que se encaixam no espectro autista. Caso ocorra algum tipo de mau trato ou negligência por parte do professor e cuidador, é valido que os responsáveis legais da criança busquem os direitos instituídos as pessoas com TEA e busquem a atuação dos conselhos municipais e promotoria para punir os envolvidos de forma justa e assertiva.
Portanto, pode-se observar a importância da intervenção dos responsáveis nos institutos escolares orientando sobre os maus-tratos e a negligência contra os alunos com o transtorno de espectro autista, bem como a validação dos sentimentos dos alunos com TEA, além da importância da introdução sobre o tema “autismo” nas escolas, visando assim um maior repertório para os demais estudantes das instituições sobre o assunto.
Com supervisão de Isabela Sardinha, jornalista do Meon Jovem.

2º ano do ensino médio - EEEMI Professora Maria Dolores Veríssimo Madureira - SJC
