Após atrasos, quatro itens escolares são entregues a alunos em São José

Segundo a prefeitura, itens foram comprados em licitação por R$ 1,2 milhão

Escrito por: Moisés Rosa2 min de leitura
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Materiais foram entregues aos alunos da rede

Divulgação/Charles Moura/PMSJC

Após o atraso de uma empresa na entrega de materiais escolares, a Secretaria de Educação e Cidadania de São José dos Campos concluiu a entrega dos quatro itens que faltavam –régua, tesoura, cola e pasta– aos alunos da rede municipal, nesta quinta-feira (2).

A Dale Suprimentos, empresa que deixou de entregar os materiais escolares, foi notificada sobre uma multa de R$ 24 mil e pode ficar até cinco anos sem assinar contrato com a administração.

De acordo com a prefeitura, os materiais foram comprados em licitação por R$ 1,2 milhão e a economia foi de R$ 700 mil em relação à licitação anterior (R$ 1,9 milhão).

“Para o ensino fundamental, foram atendidos 39.514 alunos com cadernos, lápis, canetas, borracha, canetas coloridas, apontador, transferidor 180 graus, esquadros de 45º e 60º, giz de cera, lápis de cor e outros. Na educação infantil, as 26.000 crianças receberam papel colorido, sulfite, cola, pincéis, giz de cera, caneta hidrográfica, lápis de cor, tesoura, fita crepe e fita colorida. Todos esses materiais do ensino infantil já estavam nas escolas para uso dos alunos”, informou a prefeitura por meio de nota.

Kits
100 empresas consultaram o edital para compra do kit escolar em São José, em janeiro deste ano. Em 2014, a bancada tucana entrou com representação no MP (Ministério Publico) questionando a compra dos kits. No ano passado, a Justiça aceitou denúncia no caso dos kits escolares contra o ex-prefeito Carlinhos Almeida (PT) e outros envolvidos. Na ação, o MP alegou que a licitação teve irregularidades.

Na época, a defesa do ex-prefeito afirmou que “a decisão reforça que o prefeito não cometeu nenhuma irregularidade, já que o próprio juiz afirma que ‘se o mérito da ação fosse julgado nesta ocasião processual, as provas constantes dos autos seriam nitidamente insuficientes para impor qualquer condenação a Carlos José de Almeida”. O Meon não conseguiu contato com a empresa Dale.

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Funcionários descarregam itens dos caminhões

Divulgação/Charles Moura/PMSJC

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